Alemanha em recessão
Depois de dois anos de fraco crescimento (0,2% em 2002 e 0,8% em 2001), a economia alemã terá registado em 2003 um recuo de 0,1 por cento, segundo dados provisórios publicados na passada semana, dia 15, pelo gabinete federal de estatísticas, Destatis.
A queda da maior economia europeia é explicada pela diminuição da procura interna e pela sobrevalorização do euro face ao dólar. Recorde-se que a última recessão verificada neste país remonta a 1993, quanto o produto interno diminuiu 1,1 por cento face ao ano anterior.
A confirmarem-se estas projecções do Destatis, a Alemanha, deverá juntar-se a Portugal e à Holanda, os únicos países onde já era esperada uma performance negativa.
O consumo das famílias terá baixado 0,2 por cento (1% em 2002) e as exportações para os Estados Unidos, segundo parceiro comercial da Alemanha, caído 9,7 por cento, tendência que se manteve no mês de Novembro.
Apesar disto, o governo germânico mostra-se confiante na evolução da economia, estimando para este ano uma progressão do PIB entre 1,5 e dois por cento, obtida sobretudo graças a um aumento das exportações já que o mercado interno deverá manter-se retraído.
O optimismo é no entanto moderado já que a retoma esperada para 2004 não será suficiente para cumprir o pacto de estabilidade. Em 2003, o défice público atingiu quatro por cento do PIB, segundo as previsões do Destatis, ultrapassando pela terceiro ano consecutivo o limite de três por cento, a que todos os estados membros estão obrigados. Para este ano, Berlim fixou como meta os 3,5 por cento, prometendo chegar aos 2,5 por cento em 2005.
A queda da maior economia europeia é explicada pela diminuição da procura interna e pela sobrevalorização do euro face ao dólar. Recorde-se que a última recessão verificada neste país remonta a 1993, quanto o produto interno diminuiu 1,1 por cento face ao ano anterior.
A confirmarem-se estas projecções do Destatis, a Alemanha, deverá juntar-se a Portugal e à Holanda, os únicos países onde já era esperada uma performance negativa.
O consumo das famílias terá baixado 0,2 por cento (1% em 2002) e as exportações para os Estados Unidos, segundo parceiro comercial da Alemanha, caído 9,7 por cento, tendência que se manteve no mês de Novembro.
Apesar disto, o governo germânico mostra-se confiante na evolução da economia, estimando para este ano uma progressão do PIB entre 1,5 e dois por cento, obtida sobretudo graças a um aumento das exportações já que o mercado interno deverá manter-se retraído.
O optimismo é no entanto moderado já que a retoma esperada para 2004 não será suficiente para cumprir o pacto de estabilidade. Em 2003, o défice público atingiu quatro por cento do PIB, segundo as previsões do Destatis, ultrapassando pela terceiro ano consecutivo o limite de três por cento, a que todos os estados membros estão obrigados. Para este ano, Berlim fixou como meta os 3,5 por cento, prometendo chegar aos 2,5 por cento em 2005.