JSD prejudica debate político
A Comissão Concelhia de Valongo da JCP recebeu uma carta da Comissão Política de Ermesinde da Juventude Social Democrata (JSD), em que a organização manifesta o seu «profundo repúdio pela forma manifestamente pública dos valores que são transmitidos pela JCP».
Os jovens comunistas consideram que a carta constitui «um exemplo de como os partidos podem contribuir para descredibilizar o debate político e a convivência entre organizações políticas».
«Mais do que o momento de descontracção que o ridículo da carta nos proporcionou, a sua forma e conteúdos fizeram-nos reflectir sobre o conjunto de linhas com que se tece o debate político e a fraca formação política de muitos dirigentes das organizações político-partidárias», afirmam.
A JCP pretende «contagiar a JSD e toda a comunidade» com a sua reflexão, «dada a relevância que os partidos e as juventudes partidárias devem assumir no fomento da participação e debate político e no aprofundamento da convivência democrática».
Na referida carta, a JSD, depois de equiparar o nazismo ao comunismo, declara que «as pinturas que andam espalhadas pelas paredes de Ermesinde são autênticos rios de poluição. Pior são as pinturas que estão transpostas na Escola Secundária com os símbolos comunistas e as suas foices (arma branca). Querem uma educação melhor e contribuem assim, desenhando panoramas horrorosos e armas (foice)? Para alguns faz muito bem o trabalho comunitário e, já que são comunistas, podiam limpar os jardins de Ermesinde e pintar de forma decente as paredes da cidade.»
«Dêem o corpo ao manifesto, trabalhem... Já que são defensores dos trabalhadores dêem o exemplo, trabalhem... Parem de criticar o que está bem. Insubmissos (rebeldes, no dicionário português). Sempre que quiserem a JSD/Ermesinde poderá mostrar-vos como se trabalha. Mas terão de demonstrar interesse! Apareçam nas nossas instalações. Teremos todo o interessem em ensinar», acrescenta a carta.
Os jovens comunistas consideram que a carta constitui «um exemplo de como os partidos podem contribuir para descredibilizar o debate político e a convivência entre organizações políticas».
«Mais do que o momento de descontracção que o ridículo da carta nos proporcionou, a sua forma e conteúdos fizeram-nos reflectir sobre o conjunto de linhas com que se tece o debate político e a fraca formação política de muitos dirigentes das organizações político-partidárias», afirmam.
A JCP pretende «contagiar a JSD e toda a comunidade» com a sua reflexão, «dada a relevância que os partidos e as juventudes partidárias devem assumir no fomento da participação e debate político e no aprofundamento da convivência democrática».
Na referida carta, a JSD, depois de equiparar o nazismo ao comunismo, declara que «as pinturas que andam espalhadas pelas paredes de Ermesinde são autênticos rios de poluição. Pior são as pinturas que estão transpostas na Escola Secundária com os símbolos comunistas e as suas foices (arma branca). Querem uma educação melhor e contribuem assim, desenhando panoramas horrorosos e armas (foice)? Para alguns faz muito bem o trabalho comunitário e, já que são comunistas, podiam limpar os jardins de Ermesinde e pintar de forma decente as paredes da cidade.»
«Dêem o corpo ao manifesto, trabalhem... Já que são defensores dos trabalhadores dêem o exemplo, trabalhem... Parem de criticar o que está bem. Insubmissos (rebeldes, no dicionário português). Sempre que quiserem a JSD/Ermesinde poderá mostrar-vos como se trabalha. Mas terão de demonstrar interesse! Apareçam nas nossas instalações. Teremos todo o interessem em ensinar», acrescenta a carta.