Alunos do secundário agredidos em Alcochete
Quarta, quinta e sexta-feira foram dias de luta para os estudantes do ensino secundário. No primeiro dia, 500 jovens de Setúbal formaram um cordão humano e, na quinta-feira, os estudantes de Lisboa fizeram greve às aulas e cerca de 600 participaram numa concentração junto ao Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro.
Os estudantes protestam contra a revisão curricular proposta pelo Governo, a entrada de gestores profissionais nos órgãos de gestão das escolas, a nova Lei de Bases da Educação, o fim da segunda fase de exames nacionais e a nota mínima de 9,5 valores. Exigem ainda melhores condições materiais e humanas nas escolas e a efectiva implementação da educação sexual.
Na sexta-feira, realizou-se uma nova greve em Alcochete e 200 jovens concentraram-se em frente à Escola D. Manuel I. Durante o protesto, um grupo de alunos foi agredido pela GNR. Além das reivindicações nacionais, os estudantes exigiam a construção de um pavilhão gimno-desportivo, de forma a não terem de andar um quilómetro para fazer Educação Física noutro local.
A JCP já pediu esclarecimentos às entidades competentes e o PCP classifica o acontecimento como uma «actuação precipitada e desnecessária por parte da GNR» que «não prestigiou em nada a instituição e fez lembrar tempos antigos que não desejamos ver repetidos».
Os estudantes protestam contra a revisão curricular proposta pelo Governo, a entrada de gestores profissionais nos órgãos de gestão das escolas, a nova Lei de Bases da Educação, o fim da segunda fase de exames nacionais e a nota mínima de 9,5 valores. Exigem ainda melhores condições materiais e humanas nas escolas e a efectiva implementação da educação sexual.
Na sexta-feira, realizou-se uma nova greve em Alcochete e 200 jovens concentraram-se em frente à Escola D. Manuel I. Durante o protesto, um grupo de alunos foi agredido pela GNR. Além das reivindicações nacionais, os estudantes exigiam a construção de um pavilhão gimno-desportivo, de forma a não terem de andar um quilómetro para fazer Educação Física noutro local.
A JCP já pediu esclarecimentos às entidades competentes e o PCP classifica o acontecimento como uma «actuação precipitada e desnecessária por parte da GNR» que «não prestigiou em nada a instituição e fez lembrar tempos antigos que não desejamos ver repetidos».