Jovens comunistas torturados na Ucrânia
A Comissão Política da JCP denunciou a prisão «injusta, arbitrária e desumana» de membros da Liga da Juventude Comunistas Leninista da Ucrânia pelas autoridades locais e exige ao Governo português que procure explicações junto da Embaixada da Ucrânia em Lisboa.
Em Dezembro de 2002, os serviços de segurança ucranianos prenderam 11 jovens comunistas, de nacionalidade russa e ucraniana, em Odessa, na sequência de uma acção de propaganda da organização. Há quase um ano que estes jovens estão presos, alegadamente para que os serviços de segurança encontrem as provas necessárias para os acusar de terrorismo.
Recentemente, um deles, Sergey Berdygin, de 20 anos, morreu, com danos graves no figado e no estômago, na sequência das torturas infligidas na prisão de Odessa. Os seus 10 camaradas continuam a ser diariamente torturados. Dois já tentaram cometer suicídio.
«Esta situação constitui uma flagrante violação das liberdades democráticas e dos mais básicos direitos humanos, mais uma vez sob o pretexto artificial do combate ao terrorismo. Revela, além do mais, a gravidade da repressão sobre os comunistas em muitos dos países da Europa de Leste, e particularmente na Ucrânia, procurando impedir que estas forças se afirmem e divulguem os seus ideais e propostas», considera a Comissão Política da JCP.
A JCP teve conhecimento destes factos durante a sua participação no Congresso da Liga da Juventude Comunistas Leninista da Ucrânia, realizado em Kiev, entre 14 e 16 de Novembro. Esta organização é membro do Conselho Geral da Federação Mundial da Juventude Democrática, estrutura actualmente presidida pela JCP.
Em Dezembro de 2002, os serviços de segurança ucranianos prenderam 11 jovens comunistas, de nacionalidade russa e ucraniana, em Odessa, na sequência de uma acção de propaganda da organização. Há quase um ano que estes jovens estão presos, alegadamente para que os serviços de segurança encontrem as provas necessárias para os acusar de terrorismo.
Recentemente, um deles, Sergey Berdygin, de 20 anos, morreu, com danos graves no figado e no estômago, na sequência das torturas infligidas na prisão de Odessa. Os seus 10 camaradas continuam a ser diariamente torturados. Dois já tentaram cometer suicídio.
«Esta situação constitui uma flagrante violação das liberdades democráticas e dos mais básicos direitos humanos, mais uma vez sob o pretexto artificial do combate ao terrorismo. Revela, além do mais, a gravidade da repressão sobre os comunistas em muitos dos países da Europa de Leste, e particularmente na Ucrânia, procurando impedir que estas forças se afirmem e divulguem os seus ideais e propostas», considera a Comissão Política da JCP.
A JCP teve conhecimento destes factos durante a sua participação no Congresso da Liga da Juventude Comunistas Leninista da Ucrânia, realizado em Kiev, entre 14 e 16 de Novembro. Esta organização é membro do Conselho Geral da Federação Mundial da Juventude Democrática, estrutura actualmente presidida pela JCP.