Eurodeputados apoiam povo boliviano
Na sessão da passada semana, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução comum sobre os acontecimentos na Bolívia que recebeu o apoio dos cinco maiores grupos políticos, entre eles o da Esquerda Unitária Europeia, em que os deputados do PCP se integram.
O documento recorda as importantes mobilizações sociais nas últimas semanas, reprimidas com dureza pelas autoridades, que obrigaram o presidente Sánchez de Lozada a renunciar ao seu mandato, rapidamente substituído por Carlos Mesa.
Os deputados pedem às autoridades bolivianas que informem o mais cedo possível as famílias sobre o destino das pessoas desaparecidas durante a repressão, reclamam a libertação das pessoas «detidas de forma abusiva».
Por proposta do grupo da Esquerda Unitária o texto defende a realização de um «inquérito exaustivo» para estabelecer «todas as responsabilidades» pela morte de dezenas de pessoas. considerando que «os membros do governo deverão responder pelas violações que terão cometido durante a repressão abusiva dos movimentos populares».
O Parlamento recusou, por isso, a concessão de asilo político na Europa aos dirigentes que «deverão responder perante a justiça boliviana pelos delitos que cometeram no exercício do seu mandato».
Na sua intervenção, a deputada Ilda Figueiredo manifestou a esperança de «esta vitória do povo boliviano» venha a concretizar «as suas mais profundas e legítimas aspirações, designadamente o pleno controlo dos recursos naturais» através da sua nacionalização e ponha termo a qualquer ingerência externa em particular dos EUA.
Para além da questão do gás natural, actualmente controlado por multinacionais sector, e cuja exportação para os Estados Unidos constituiu o catalisador da revolta popular, a deputada do PCP apontou as políticas neoliberais como a causa da miséria e das dificuldades em que vive a vasta maioria população.
O documento recorda as importantes mobilizações sociais nas últimas semanas, reprimidas com dureza pelas autoridades, que obrigaram o presidente Sánchez de Lozada a renunciar ao seu mandato, rapidamente substituído por Carlos Mesa.
Os deputados pedem às autoridades bolivianas que informem o mais cedo possível as famílias sobre o destino das pessoas desaparecidas durante a repressão, reclamam a libertação das pessoas «detidas de forma abusiva».
Por proposta do grupo da Esquerda Unitária o texto defende a realização de um «inquérito exaustivo» para estabelecer «todas as responsabilidades» pela morte de dezenas de pessoas. considerando que «os membros do governo deverão responder pelas violações que terão cometido durante a repressão abusiva dos movimentos populares».
O Parlamento recusou, por isso, a concessão de asilo político na Europa aos dirigentes que «deverão responder perante a justiça boliviana pelos delitos que cometeram no exercício do seu mandato».
Na sua intervenção, a deputada Ilda Figueiredo manifestou a esperança de «esta vitória do povo boliviano» venha a concretizar «as suas mais profundas e legítimas aspirações, designadamente o pleno controlo dos recursos naturais» através da sua nacionalização e ponha termo a qualquer ingerência externa em particular dos EUA.
Para além da questão do gás natural, actualmente controlado por multinacionais sector, e cuja exportação para os Estados Unidos constituiu o catalisador da revolta popular, a deputada do PCP apontou as políticas neoliberais como a causa da miséria e das dificuldades em que vive a vasta maioria população.