Saúde está mal
A Comissão de Freguesia de Lordelo do PCP e o colectivo local da JCP já procederam à análise dos resultados do inquérito que levaram a cabo entre 12 de Julho e 18 de Agosto sobre «A Situação em Lordelo no Domínio da Saúde»,.
A receptividade dos lordelenses à iniciativa foi tão elevada que os 300 exemplares inicialmente previstos foram manifestamente insuficientes, acabando por abranger o significativo universo de 820 pessoas.
Para o grosso dos inquiridos a situação da saúde em Lordelo é «má», ainda que um considerável número deles a classifique de «razoável». Dão, ainda, nota negativa à assiduidade e atendimento dos médicos, enquanto no caso dos enfermeiros são atingidos níveis elevados de satisfação.
No Centro de Saúde, os utentes, na sua grande maioria, para além de raramente serem atendidos à hora marcada, não lhes é dada qualquer explicação. Mais, quase todos os inquiridos consideram a taxa moderadora injusta, ainda que a maior parte deles não a pague.
Quase um terço dos inquiridos não tem médico de família, razão, talvez, por que os lordelenses considerem entre os melhoramentos indispensáveis o aumento do número de médicos, e logo dos serviços prestados à população, e a melhoria da organização e atendimento dos funcionários.
Ainda que os dados confirmem a predominância das consultas no serviço público, em detrimento do privado, constata-se a existência de uma fasquia relevante que recorre a ambos na mesma proporção, mesmo considerando os preços praticados no serviço privado muito elevados.
Esta última questão suscita aos comunistas várias observações, a primeira, desde logo, que a razão por que estas pessoas recorrem aos privados se prende com a inexistência de especialistas em diversas áreas nos Centros de Saúde públicos, realidade que os números relativos aos serviços e especialidades atestam bem. Mas também as lacunas referenciadas nos serviços do Centro de Saúde podem estar em parte da origem dessa procura.
Admitindo, embora serem todas estas conclusões fruto de uma leitura própria - e como tal sujeita a refutações e discussão -, a Comissão de Freguesia de Lordelo do PCP decidiu divulgá-las à população e entidades que trabalham na área da saúde, agradecendo todos os contributos que eventualmente possam vir a ser dados.
A receptividade dos lordelenses à iniciativa foi tão elevada que os 300 exemplares inicialmente previstos foram manifestamente insuficientes, acabando por abranger o significativo universo de 820 pessoas.
Para o grosso dos inquiridos a situação da saúde em Lordelo é «má», ainda que um considerável número deles a classifique de «razoável». Dão, ainda, nota negativa à assiduidade e atendimento dos médicos, enquanto no caso dos enfermeiros são atingidos níveis elevados de satisfação.
No Centro de Saúde, os utentes, na sua grande maioria, para além de raramente serem atendidos à hora marcada, não lhes é dada qualquer explicação. Mais, quase todos os inquiridos consideram a taxa moderadora injusta, ainda que a maior parte deles não a pague.
Quase um terço dos inquiridos não tem médico de família, razão, talvez, por que os lordelenses considerem entre os melhoramentos indispensáveis o aumento do número de médicos, e logo dos serviços prestados à população, e a melhoria da organização e atendimento dos funcionários.
Ainda que os dados confirmem a predominância das consultas no serviço público, em detrimento do privado, constata-se a existência de uma fasquia relevante que recorre a ambos na mesma proporção, mesmo considerando os preços praticados no serviço privado muito elevados.
Esta última questão suscita aos comunistas várias observações, a primeira, desde logo, que a razão por que estas pessoas recorrem aos privados se prende com a inexistência de especialistas em diversas áreas nos Centros de Saúde públicos, realidade que os números relativos aos serviços e especialidades atestam bem. Mas também as lacunas referenciadas nos serviços do Centro de Saúde podem estar em parte da origem dessa procura.
Admitindo, embora serem todas estas conclusões fruto de uma leitura própria - e como tal sujeita a refutações e discussão -, a Comissão de Freguesia de Lordelo do PCP decidiu divulgá-las à população e entidades que trabalham na área da saúde, agradecendo todos os contributos que eventualmente possam vir a ser dados.