Comunista assassinado na Colômbia
Um grupo de paramilitares matou, na semana passada, o dirigente do Partido Comunista Colombiano, Alberto Márquez, que se encontrava em sua casa, no estado de Tolima.
Do ataque das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) à residência de Márquez, resultou também a morte do seu segurança pessoal, e o ferimento, considerado grave, da sua filha.
No mesmo dia, no estado de Arauca, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, estabeleceu um acordo de cessar-fogo com as AUC, numa clara acção provocatória contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e ao Exército de Libertação Nacional (ELN), que operam na região, bem como a todas as forças políticas que se batem pela democracia e pela paz no país.
Do ataque das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) à residência de Márquez, resultou também a morte do seu segurança pessoal, e o ferimento, considerado grave, da sua filha.
No mesmo dia, no estado de Arauca, o presidente colombiano, Álvaro Uribe, estabeleceu um acordo de cessar-fogo com as AUC, numa clara acção provocatória contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e ao Exército de Libertação Nacional (ELN), que operam na região, bem como a todas as forças políticas que se batem pela democracia e pela paz no país.