IU quer investigar alegadas provas contra o Iraque
O coordenador geral da Esquerda Unida (IU), deputado Gaspar Llamazares, quer que o Congresso espanhol investigue as alegadas provas da existência de armas de destruição maciça no Iraque.
Segundo Llamazares, o primeiro-ministro, José Maria Aznar, «mentiu no Parlamento» ao apresentar «provas falsas» como sendo documentos oficiais, pelo que se impõe que a Comissão de Segredos Oficiais seja convocada para que o governo apresente aí toda a documentação em seu poder sobre esta matéria.
A IU decidiu ainda pedir a comparência de Aznar perante o Congresso.
Falando numa conferência de imprensa, Llamazares chamou a atenção para o facto de o número dois do Pentágono, Paul Wolfowitz, ter já admitido «sem rodeios» que «a verdadeira motivação da guerra era o petróleo e o poder político», e lamentou que tanto Aznar como Tony Blair continuem «mentindo de forma tão descarada».
Para o coordenador da IU, Aznar mentiu no Parlamento quando garantiu ter «provas concludentes» da existência de armas de destruição maciça no Iraque e da ligação deste país ao terrorismo internacional. O deputado afirmou ainda que Aznar «enganou por escrito» os parlamentares ao apresentar como documentos oficiais dois relatórios do governo britânico, cuja falsidade foi «demonstrada pelo próprio serviço de inteligência britânico e por deputados britânicos».
Aznar «mentiu por escrito ao enviar documentos que avalizavam estas provas, os quais eram unicamente resoluções da ONU e estudos, um dossier falso do governo britânico e um relatório também falso do Centro de Estudos estratégicos de Londres», resumiu o dirigente da Esquerda Unida.
Para poder propor a criação da comissão de inquérito a IU, que dispõe apenas de oito deputados, necessita do apoio de outro grupo parlamentar.
Segundo Llamazares, o primeiro-ministro, José Maria Aznar, «mentiu no Parlamento» ao apresentar «provas falsas» como sendo documentos oficiais, pelo que se impõe que a Comissão de Segredos Oficiais seja convocada para que o governo apresente aí toda a documentação em seu poder sobre esta matéria.
A IU decidiu ainda pedir a comparência de Aznar perante o Congresso.
Falando numa conferência de imprensa, Llamazares chamou a atenção para o facto de o número dois do Pentágono, Paul Wolfowitz, ter já admitido «sem rodeios» que «a verdadeira motivação da guerra era o petróleo e o poder político», e lamentou que tanto Aznar como Tony Blair continuem «mentindo de forma tão descarada».
Para o coordenador da IU, Aznar mentiu no Parlamento quando garantiu ter «provas concludentes» da existência de armas de destruição maciça no Iraque e da ligação deste país ao terrorismo internacional. O deputado afirmou ainda que Aznar «enganou por escrito» os parlamentares ao apresentar como documentos oficiais dois relatórios do governo britânico, cuja falsidade foi «demonstrada pelo próprio serviço de inteligência britânico e por deputados britânicos».
Aznar «mentiu por escrito ao enviar documentos que avalizavam estas provas, os quais eram unicamente resoluções da ONU e estudos, um dossier falso do governo britânico e um relatório também falso do Centro de Estudos estratégicos de Londres», resumiu o dirigente da Esquerda Unida.
Para poder propor a criação da comissão de inquérito a IU, que dispõe apenas de oito deputados, necessita do apoio de outro grupo parlamentar.