Bolívia contra a Alca
O 2º Encontro Boliviano contra a Alca (Área de Livre Comércio das Américas), realizado no passado fim-de-semana, em La Paz, concluiu que «outra integração é possível», com base no respeito pela soberania, no fortalecimento dos serviços públicos, na protecção ao meio ambiente e no aproveitamento dos recursos naturais em benefício dos povos.
Centenas de delegados de organizações operárias, camponesas e sociais, bem como de partidos políticos, oriundos de todo o país, transformaram a capital boliviana num centro de debate e, simultaneamente, em mais um bastião da luta contra o projecto norte-americano que ameaça as fragilizadas economias do sub-continente.
Os trabalhos, antecedidos por uma manifestação de protesto «contra a Alca e contra a guerrra», na sexta-feira, deixaram um aviso claro ao governo do presidente Sánchez de Lozada, acusado de servilismo face a Washington. O que se pretende não é a reforma do projecto - posição oficial -, mas sim o seu repúdio, porque «outra integração é possível».
O Encontro, que decidiu promover acções de denúncia e esclarecimento sobre os perigos da Alca, reafirmou também a exigência da realização de um referendo para que o povo boliviano se pronuncie sobre esta matéria.
Centenas de delegados de organizações operárias, camponesas e sociais, bem como de partidos políticos, oriundos de todo o país, transformaram a capital boliviana num centro de debate e, simultaneamente, em mais um bastião da luta contra o projecto norte-americano que ameaça as fragilizadas economias do sub-continente.
Os trabalhos, antecedidos por uma manifestação de protesto «contra a Alca e contra a guerrra», na sexta-feira, deixaram um aviso claro ao governo do presidente Sánchez de Lozada, acusado de servilismo face a Washington. O que se pretende não é a reforma do projecto - posição oficial -, mas sim o seu repúdio, porque «outra integração é possível».
O Encontro, que decidiu promover acções de denúncia e esclarecimento sobre os perigos da Alca, reafirmou também a exigência da realização de um referendo para que o povo boliviano se pronuncie sobre esta matéria.