Administração Pública luta na rua
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública realiza hoje, na Praça da Figueira, em Lisboa, a partir das 10 horas, uma iniciativa para denunciar os problemas dos diferentes sectores, com depoimentos de professores, trabalhadores da Administração Central, dos estabelecimentos fabris das Forças Armadas, da Administração Local e enfermeiros. A iniciativa termina pelas 17 horas, com um cordão humano que se vai deslocar até ao Ministério das Finanças.
Não docentes
Os trabalhadores das escolas e jardins de infância da rede pública manifestam-se amanhã à tarde, à porta do Ministério da Educação, contra o congelamento das carreiras e pela regulamentação do Decreto-Lei N.º 515/99. Para a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, sem a regulamentação não há ingresso ou transições de carreiras, nem pagamento de retroactivos a quem transite para a nova carreira de cozinheiro, nem a integração de trabalhadores em regime de contrato administrativo de provimento nos quadros.
Mundet
Trabalhadores da ex-Mundet manifestam-se hoje, a partir das 14.30 horas, junto ao Tribunal Judicial do Seixal, «em virtude da demora e do esquecimento do pagamento dos salários em atraso e das indemnizações», conforme decisão tomada em plenário, no dia 24. A falta de liquidação da dívida aos trabalhadores arrasta-se desde há quase duas décadas, num processo pelo qual são responsabilizados os governos e a Justiça. Os ex-trabalhadores, a sua comissão de luta e o Sindicato dos Corticeiros têm realizado várias acções ao longo dos anos e encaram também a hipótese de recurso a instâncias comunitárias para expressar o seu desagrado.
Não docentes
Os trabalhadores das escolas e jardins de infância da rede pública manifestam-se amanhã à tarde, à porta do Ministério da Educação, contra o congelamento das carreiras e pela regulamentação do Decreto-Lei N.º 515/99. Para a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, sem a regulamentação não há ingresso ou transições de carreiras, nem pagamento de retroactivos a quem transite para a nova carreira de cozinheiro, nem a integração de trabalhadores em regime de contrato administrativo de provimento nos quadros.
Mundet
Trabalhadores da ex-Mundet manifestam-se hoje, a partir das 14.30 horas, junto ao Tribunal Judicial do Seixal, «em virtude da demora e do esquecimento do pagamento dos salários em atraso e das indemnizações», conforme decisão tomada em plenário, no dia 24. A falta de liquidação da dívida aos trabalhadores arrasta-se desde há quase duas décadas, num processo pelo qual são responsabilizados os governos e a Justiça. Os ex-trabalhadores, a sua comissão de luta e o Sindicato dos Corticeiros têm realizado várias acções ao longo dos anos e encaram também a hipótese de recurso a instâncias comunitárias para expressar o seu desagrado.