Uma dúvida chamada Grundig
O grupo Grundig AG requereu, no passado dia 14 de Abril, o início de um processo de insolvência junto do Tribunal de Nuremberga, na Alemanha. Face a esta situação, a unidade de Braga da Grundig – detida na totalidade pela Grundig Car InterMedia System – emitiu um comunicado em que considerava que o pedido de falência da «empresa mãe» não teria consequências para aquela unidade, que se dedica «apenas à fabricação de auto-rádios para a indústria automóvel» e se integrava numa unidade de negócios «de reconhecida viabilidade económica».
Ao tomar conhecimento da situação ocorrida na Alemanha, o grupo parlamentar do PCP fez entrar na Assembleia da República um requerimento, apresentado pelo deputado Honório Novo. O grupo parlamentar comunista afirma que as garantias dadas pela empresa, de que «não se prevêem alterações na actividade», são insuficientes, considerando inteiramente legítimas as preocupações que alastram nas mais de seis centenas de trabalhadores da empresa.
O grupo comunista lembra que uma outra empresa com sede no complexo, a FEHST Componentes, que produz para cerca de 30 por cento para a Grundig, emitiu um comunicado onde afirma a inevitabilidade de «efectuar reajustes no quadro de pessoal» caso a situação evolua negativamente. Isto prova cabalmente a legitimidade das preocupações dos trabalhadores, entende o grupo.
Sendo o caso previsível e conhecido, e dadas as repercussões que pode assumir em Portugal, o PCP espera que o Governo esteja a acompanhar a situação e pretende saber o que este fará no caso das consequências da insolvência atingirem a unidade de Braga.
Ao tomar conhecimento da situação ocorrida na Alemanha, o grupo parlamentar do PCP fez entrar na Assembleia da República um requerimento, apresentado pelo deputado Honório Novo. O grupo parlamentar comunista afirma que as garantias dadas pela empresa, de que «não se prevêem alterações na actividade», são insuficientes, considerando inteiramente legítimas as preocupações que alastram nas mais de seis centenas de trabalhadores da empresa.
O grupo comunista lembra que uma outra empresa com sede no complexo, a FEHST Componentes, que produz para cerca de 30 por cento para a Grundig, emitiu um comunicado onde afirma a inevitabilidade de «efectuar reajustes no quadro de pessoal» caso a situação evolua negativamente. Isto prova cabalmente a legitimidade das preocupações dos trabalhadores, entende o grupo.
Sendo o caso previsível e conhecido, e dadas as repercussões que pode assumir em Portugal, o PCP espera que o Governo esteja a acompanhar a situação e pretende saber o que este fará no caso das consequências da insolvência atingirem a unidade de Braga.