Desemprego provoca retrocesso social
A CGTP manifesta grande preocupação com a situação de «retrocesso social» em Portugal, devido ao desemprego que afecta sobretudo mulheres e jovens licenciados.
A CGTP defende uma distribuição mais equitativa da riqueza nacional
Estas inquietações foram manifestadas, no início da semana, durante uma reunião pedida pela CGTP-IN à Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), e na qual estiveram presentes o secretário-geral da confederação, Manuel Carvalho da Silva, entre outros dirigentes, e Armando Sales Luís e Manuela Silva, presidente e vice-presidente da CNJP.
No final da reunião, em declarações à comunicação social, Deolinda Machado, membro da comissão executiva da CGTP, assinalou que o encontro foi também uma oportunidade para prestar cumprimentos à nova direcção da comissão, que este ano tomou posse. No entanto, a central sindical manifestou as suas posições e preocupações sobre a actual situação económica do País, os problemas laborais e a políticas sociais adoptadas pelo Governo PSD/CDS-PP.
«A CGTP-IN está muito preocupada com o retrocesso social que o País atravessa, sobretudo em relação às implicações da crise para as mulheres, que recebem geralmente 70 por cento dos salários pagos aos homens pelo mesmo trabalho», bem como para os jovens licenciados que não encontram trabalho quando saem das universidades.
Os sindicalistas estão ainda alarmados com a «política fiscal desajustada, o incumprimento das leis, a falta de ética no meios político e laboral», defendendo «uma distribuição mais equitativa da riqueza nacional».
Deolinda Machado referiu que a direcção da CNJP «mostrou-se receptiva» em ouvir as opiniões dos sindicalistas, trocar ideias e informações e até participar em acções conjuntas de interesse para os cidadãos, tendo em vista a promoção da justiça e da paz. «Sem justiça não há paz», declarou a dirigente, salientando que estas questões «têm muito a ver com o mundo de trabalho».
No final da reunião, em declarações à comunicação social, Deolinda Machado, membro da comissão executiva da CGTP, assinalou que o encontro foi também uma oportunidade para prestar cumprimentos à nova direcção da comissão, que este ano tomou posse. No entanto, a central sindical manifestou as suas posições e preocupações sobre a actual situação económica do País, os problemas laborais e a políticas sociais adoptadas pelo Governo PSD/CDS-PP.
«A CGTP-IN está muito preocupada com o retrocesso social que o País atravessa, sobretudo em relação às implicações da crise para as mulheres, que recebem geralmente 70 por cento dos salários pagos aos homens pelo mesmo trabalho», bem como para os jovens licenciados que não encontram trabalho quando saem das universidades.
Os sindicalistas estão ainda alarmados com a «política fiscal desajustada, o incumprimento das leis, a falta de ética no meios político e laboral», defendendo «uma distribuição mais equitativa da riqueza nacional».
Deolinda Machado referiu que a direcção da CNJP «mostrou-se receptiva» em ouvir as opiniões dos sindicalistas, trocar ideias e informações e até participar em acções conjuntas de interesse para os cidadãos, tendo em vista a promoção da justiça e da paz. «Sem justiça não há paz», declarou a dirigente, salientando que estas questões «têm muito a ver com o mundo de trabalho».