Ilegalidades na Eurovela/Kyulo
Após terem permanecido vários dias e noites à porta das instalações da Eurovela/Kyulo, empresa do sector químico sediada nas Caldas da Rainha, os operários despedidos, no primeiro dia do ano, deslocaram-se na passada semana ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, no sentido de resolver e denunciar o seu despedimento ilegal.
«Apresentámos uma exposição com todos os dados do processo e solicitámos ao Ministério do Trabalho que nos recebesse. Embora não tivéssemos a reunião marcada optámos por vir para cá porque também não estava desmarcada», afirmou António Marcelinho, coordenador do distrito de Leiria do Sindicato dos Trabalhadores da Química.
Os 16 trabalhadores - que já denunciaram esta situação a várias entidades, que dando-lhes razão, não apresentaram qualquer solução para a reposição da legalidade da empresa - afirmam que foram despedidos sem justa causa, ao terem recebido uma carta da administração da fábrica a comunicar que, devido a dificuldades económicas, o contrato de trabalho terminava a 31 de Dezembro. Os operários exigem, por isso, que lhes sejam pagas indemnizações.
Como a administração nunca os recebeu e a empresa mudou de proprietário no primeiro dia do ano, António Marcelinho relatou que «os trabalhadores montaram tenda junto ao Ministério do Trabalho exigindo apenas que seja reposta a legalidade».
«Os operários foram despedidos em Dezembro e ainda não receberam as indemnizações a que têm direito e a sua situação está a degradar-se de dia para dia», afirmou o dirigente sindical, destacando o facto de a empresa não estar com dificuldades económicas e que «depois de despedir os 16 trabalhadores já admitiu oito novos operários e pede-lhes que façam horas extraordinárias».
«Apresentámos uma exposição com todos os dados do processo e solicitámos ao Ministério do Trabalho que nos recebesse. Embora não tivéssemos a reunião marcada optámos por vir para cá porque também não estava desmarcada», afirmou António Marcelinho, coordenador do distrito de Leiria do Sindicato dos Trabalhadores da Química.
Os 16 trabalhadores - que já denunciaram esta situação a várias entidades, que dando-lhes razão, não apresentaram qualquer solução para a reposição da legalidade da empresa - afirmam que foram despedidos sem justa causa, ao terem recebido uma carta da administração da fábrica a comunicar que, devido a dificuldades económicas, o contrato de trabalho terminava a 31 de Dezembro. Os operários exigem, por isso, que lhes sejam pagas indemnizações.
Como a administração nunca os recebeu e a empresa mudou de proprietário no primeiro dia do ano, António Marcelinho relatou que «os trabalhadores montaram tenda junto ao Ministério do Trabalho exigindo apenas que seja reposta a legalidade».
«Os operários foram despedidos em Dezembro e ainda não receberam as indemnizações a que têm direito e a sua situação está a degradar-se de dia para dia», afirmou o dirigente sindical, destacando o facto de a empresa não estar com dificuldades económicas e que «depois de despedir os 16 trabalhadores já admitiu oito novos operários e pede-lhes que façam horas extraordinárias».