Sindicato da CGTP acusa UGT de traição
O Sindicato da Construção do Sul, da CGTP, acusa a associação patronal do sector de assumir uma postura de má-fé negocial, ao encerrar as negociações com os sindicatos da Intersindical no início de Março. Nessa altura, denuncia agora o sindicato, o patronato ocultou o «acordo-traição celebrado nas costas dos trabalhadores com os amigalhaços e subservientes afectos à UGT que mais uma vez cumpriram o seu papel histórico traindo os trabalhadores». O sindicato da UGT assinou com o patronato a proposta de 2,5 por cento que este apresentara e os sindicatos haviam rejeitado, por considerarem o aumento insuficiente. O sindicato da construção do sul considera que este acordo celebrado com as «pseudo-organizações sindicais afectas à UGT» está na base do encerramento das negociações.
Esta estratégia negocial, considera o sindicato, «insere-se na ampla e monstruosa ofensiva que o Governo/ Patronato/ UGT desenvolvem contra os direitos e interesses dos trabalhadores portugueses, objectivos consubstanciados no Código do Trabalho que o Governo apressadamente pretende aprovar na Assembleia da República». Este acordo, assinado no dia 6 de Março, enquadra-se na prossecução dos objectivos do pacote laboral, e as circulares contendo as matérias acordadas foram imediatamente enviadas para as empresas, apelando à sua aplicação.
Face a isto, o sindicato afirma que os trabalhadores não deixarão de lutar, no plano nacional e sectorial, por uma vida melhor e por salários dignos e justos. «A luta vai continuar», assegura.
Esta estratégia negocial, considera o sindicato, «insere-se na ampla e monstruosa ofensiva que o Governo/ Patronato/ UGT desenvolvem contra os direitos e interesses dos trabalhadores portugueses, objectivos consubstanciados no Código do Trabalho que o Governo apressadamente pretende aprovar na Assembleia da República». Este acordo, assinado no dia 6 de Março, enquadra-se na prossecução dos objectivos do pacote laboral, e as circulares contendo as matérias acordadas foram imediatamente enviadas para as empresas, apelando à sua aplicação.
Face a isto, o sindicato afirma que os trabalhadores não deixarão de lutar, no plano nacional e sectorial, por uma vida melhor e por salários dignos e justos. «A luta vai continuar», assegura.