PE recusa condenar a guerra
Nenhum dos projectos de resolução sobre a agressão ao Iraque reuniu os votos suficientes para ser aprovado. Por 218 votos a favor, 255 contra e 46 abstenções, foi rejeitada uma resolução apresentada em conjunto pelos grupos PSE, ELDR e Verdes/ALE, que considerava «deplorável a decisão unilateral dos aliados» de desencadear as acções militares.
A deputada Ilda Figueiredo lamentou que a maioria não tenha acolhido nenhuma das propostas, apresentadas pelo Grupo Esquerda Unitária Europeia, que visavam «condenar esta guerra injusta, ilegítima e ilegal», o mesmo acontecendo com as que «exigiam o termo dos bombardeamentos e o retorno à legalidade internacional», ou as que consideravam que «a guerra em curso é um desastre para toda a região e para o mundo inteiro, por quanto constitui uma ameaça à segurança internacional e acarreta o risco de instabilidade permanente na região, de fragmentação do Iraque e agudização das tensões, incluindo o recrudescimento do terrorismo».
O que restava no projecto de resolução «era tão pouco», explicou a deputada do PCP, que foi «preferível manter a posição tomada em 30 de Janeiro passado», em que o PE se mostrou empenhado em que as Nações Unidas permaneçam no centro da ordem internacional e claramente condenou a guerra unilateral.
A deputada Ilda Figueiredo lamentou que a maioria não tenha acolhido nenhuma das propostas, apresentadas pelo Grupo Esquerda Unitária Europeia, que visavam «condenar esta guerra injusta, ilegítima e ilegal», o mesmo acontecendo com as que «exigiam o termo dos bombardeamentos e o retorno à legalidade internacional», ou as que consideravam que «a guerra em curso é um desastre para toda a região e para o mundo inteiro, por quanto constitui uma ameaça à segurança internacional e acarreta o risco de instabilidade permanente na região, de fragmentação do Iraque e agudização das tensões, incluindo o recrudescimento do terrorismo».
O que restava no projecto de resolução «era tão pouco», explicou a deputada do PCP, que foi «preferível manter a posição tomada em 30 de Janeiro passado», em que o PE se mostrou empenhado em que as Nações Unidas permaneçam no centro da ordem internacional e claramente condenou a guerra unilateral.