Utentes exigem melhores transportes

Os utentes dos Transportes Sul do Tejo e da Transtejo do Montijo e Alcochete reuniram-se, na passada semana, e criaram uma nova comissão de utentes.

Durante algumas horas dezenas de pessoas debateram nomeadamente as consequências da transferência, em Dezembro do ano passado, do terminal rodo-fluvial para o cais do Seixalinho, que fica a quatro quilómetros do Montijo, uma situação que afecta cerca de 200 mil pessoas por mês.

«Há promessas por cumprir e novos problemas criados às pessoas que utilizam o barco nas suas deslocações para Lisboa», afirmou, à Lusa, João Veiga, da Comissão de Utentes dos Transportes Públicos e Acessibilidades do Montijo e Alcochete.

De acordo com o membro da comissão, os utentes que antes se deslocavam a pé para o cais dos Vapores, no centro do Montijo, vêem-se agora obrigados a utilizar os autocarros dos TST ou viaturas próprias.

Para João Veiga, ambas as hipóteses têm inconvenientes, a começar pelo maior dispêndio de tempo e de dinheiro: «Quem utiliza o autocarro é condicionado pelos horários insuficientes e tem que pagar um passe de 16 euros, ao passo que quem prefere levar viatura própria tem que pagar 11 euros mensais por um estacionamento que está mal concebido e gera muitos engarrafamentos.»

No final do encontro, a nova comissão de utentes prometeu reivindicar os prometidos mini-bus dentro da cidade e a introdução do Montijo no passe multimodal e protestar contra os aumentos das portagens e as más ligações entre os transportes públicos.



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