Ponto final às discriminações salariais

A bancada comunista formalizou a entrega, no dia 17 de Abril, de um projecto de resolução que recomenda medidas para eliminar as discriminações salariais entre homens e mulheres.

Entre as propostas, destaque para o reforço de meios da ACT e da CITE (com um foco na acção inspectiva e punitiva) e a apresentação de um relatório sobre a situação laboral das trabalhadoras nos últimos 15 anos.

A iniciativa cita dados de um recente estudo da CGTP-IN, de Fevereiro: mais de metade das mulheres trabalhadoras recebia, em Novembro passado, até 1000 euros brutos por mês, a que acresce o facto de as mulheres receberem, em média, menos 14,4 por cento menos que os homens.

«Esta realidade não resulta de qualquer fatalidade histórica ou cultural, mas do reiterado incumprimento da vasta legislação que preconiza os direitos das mulheres e, em particular, das trabalhadoras», assinala o PCP.

 



Mais artigos de: Assembleia da República

«Esperam e desesperam» enquanto o Governo ignora

A ausência de apoios após as tempestades e o aumento do custo de vida marcaram o debate quinzenal de dia 29, com Paulo Raimundo a criticar directamente as opções do Governo de Luís Montenegro.

Presidente promulga «lei injusta» da direita

A líder parlamentar do PCP criticou, em conferência de imprensa no dia 4, a promulgação da lei da nacionalidade. Paula Santos classificou o diploma, imposto por PSD, CDS, IL e CH como «um enorme retrocesso».

Direito à greve entre os polícias

A bancada comunista deu entrada, no dia 27, a um projecto que consagra o direito à greve na PSP. No entender do PCP, mais de 24 anos passados da consagração do direito à participação sindical e de negociação colectiva, é tempo de reduzir as restrições ao exercício da liberdade sindical na Polícia. O Partido recorda que...

Tasers não podem ser regra na segurança privada

O Parlamento debateu e rejeitou, no dia 30, um projecto do Chega que autorizava os seguranças privados a usar meios de defesa não letais como cassetetes, gás pimenta ou tasers. Para Paula Santos, a solução não tem «qualquer justificação», designadamente quando a lei já permite o uso de «meios técnicos de segurança»...