Por aumentos justos e não 1,8 por cento
No início das negociações salariais anuais, as administrações da Caixa Geral de Depósitos e da MEO (Altice) apresentaram aos sindicatos propostas de actualização em apenas 1,8 por cento, que não cobrem a inflação registada em 2025 e, ainda menos, repõem o poder de compra perdido nos últimos anos.
Para o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD, a proposta patronal «é claramente insuficiente e inaceitável». Numa nota de dia 12, o STEC assinalou ainda que as diuturnidades «ficam incompreensivelmente congeladas» e «a justificação conjuntural é inconsistente».
Sobre a primeira reunião negocial para a MEO e outras empresas do Grupo Altice Portugal, realizada no dia 15, oito sindicatos consideraram a proposta patronal «inaceitável», pois «contribui para que continue o empobrecimento dos trabalhadores». Estes «perderam mais de 15 por cento do seu poder de compra» desde que a Altice entrou, em Junho de 2015. A administração pretende que a actualização de 1,8 por cento entre em vigor apenas em 1 de Julho.




