Por aumentos justos e não 1,8 por cento

No início das negociações salariais anuais, as administrações da Caixa Geral de Depósitos e da MEO (Altice) apresentaram aos sindicatos propostas de actualização em apenas 1,8 por cento, que não cobrem a inflação registada em 2025 e, ainda menos, repõem o poder de compra perdido nos últimos anos.

Para o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD, a proposta patronal «é claramente insuficiente e inaceitável». Numa nota de dia 12, o STEC assinalou ainda que as diuturnidades «ficam incompreensivelmente congeladas» e «a justificação conjuntural é inconsistente».

Sobre a primeira reunião negocial para a MEO e outras empresas do Grupo Altice Portugal, realizada no dia 15, oito sindicatos consideraram a proposta patronal «inaceitável», pois «contribui para que continue o empobrecimento dos trabalhadores». Estes «perderam mais de 15 por cento do seu poder de compra» desde que a Altice entrou, em Junho de 2015. A administração pretende que a actualização de 1,8 por cento entre em vigor apenas em 1 de Julho.

 



Mais artigos de: Trabalhadores

Valorização do trabalho exigida no sector social

Para travar o pacote laboral e para dar força às exigências de valorização das carreiras e das profissões, o 2.º Encontro Nacional de Trabalhadores das IPSS e do Sector Social admitiu novas acções de luta.

CGTP-IN sobre as eleições presidenciais

A CGTP-IN, num comunicado de imprensa que emitiu na segunda-feira, dia 19, a propósito das eleições para Presidente da República, apelou «a todos os trabalhadores» para «envolvimento e participação na luta em defesa dos direitos e por uma elevação das condições de trabalho e de vida, por um Portugal desenvolvido e...

Mantém-se a luta na Nobre

Por falta de resposta patronal, a ir ao encontro das suas reivindicações, os trabalhadores da Nobre Alimentação fizeram greve, no dia 9, pela 26.ª vez desde 2023. Um dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB)...