Trabalho, honestidade e competência para Sines
Álvaro Beijinha, candidato da CDU a presidente da Câmara Municipal de Sines, propõe uma gestão activa e reivindicativa. Espaço público, habitação e serviços essenciais estão no centro do projecto, inspirado no modelo desenvolvido em Santiago do Cacém.
«Devolver a Sines o legado da CDU»
Álvaro Beijinha afirmou que vencer em Sines é, acima de tudo, bom para as populações. «Sines tem um problema», disse, sublinhando que os grandes investimentos trazem dificuldades sérias. Acrescentou que a Câmara não tem tido uma postura reivindicativa, ao contrário do que seria necessário. «O Governo anuncia milhões, mas não deixa praticamente nada cá», criticou, lembrando que o preço da habitação dispara, o custo de vida aumenta e o espaço público está abandonado. «Não há resposta da Administração Central na Saúde, na Educação ou nas acessibilidades», salientou, frisando que a CDU se distingue por lutar pelo que é melhor para as populações.
O candidato destacou ainda que as prioridades da CDU passam por recuperar o espaço público, que está abandonado, e enfrentar a crise da habitação. «Se em Santiago já há problemas, em Sines são ainda mais graves. As rendas são astronómicas», afirmou. Para Álvaro Beijinha, a cidade precisa de uma «grande reestruturação», uma vez que está desadequada às necessidades de uma autarquia. «Vamos aplicar o modelo de Santiago, também na gestão financeira», disse, denunciando a falta de transparência da actual gestão: «É inacreditável – em 2025 só há uma acta da Câmara, e minutas não existem. Em 2024, apenas duas ou três actas, quando deveriam reunir quinzenalmente». Acrescentou que, apesar da situação financeira complexa, a CDU está preparada: «Estamos de mangas arregaçadas, com uma equipa forte, para devolver a Sines o legado da CDU».
Na mensagem final aos eleitores, Álvaro Beijinha foi claro: «Garantimos trabalho. Olhando para Santiago, Grândola ou Alcácer, percebe-se que a diferença com Sines é enorme».




