
À semelhança do que tem feito, incessantemente, desde Outubro (e nos anos e décadas anteriores, reconheça-se), o movimento da paz e da solidariedade saiu uma vez mais à rua, no dia 4, para reafirmar o seu apoio à luta do povo palestiniano pelos seus direitos – à vida, à liberdade, ao seu próprio Estado independente, soberano e viável. Desta vez, teve uma companhia especial: a tripulação do navio Handala, da Flotilha da Liberdade, que se dirige para a Faixa de Gaza. A solidariedade é uma família.
À semelhança do que tem feito, incessantemente, desde Outubro (e nos anos e décadas anteriores, reconheça-se), o movimento da paz e da solidariedade saiu uma vez mais à rua, no dia 4, para reafirmar o seu apoio à luta do povo palestiniano pelos seus direitos – à vida, à liberdade, ao seu próprio Estado independente, soberano e viável. Desta vez, teve uma companhia especial: a tripulação do navio Handala, da Flotilha da Liberdade, que se dirige para a Faixa de Gaza. A solidariedade é uma família.