Eleitores vão às urnas na Venezuela e no Chile
Realizam-se no dia 21 importantes eleições na Venezuela (regionais e municipais) e no Chile (presidenciais e legislativas). Sandra Pereira, deputada do PCP no Parlamento Europeu, foi convidada a acompanhar o acto eleitoral na República Bolivariana da Venezuela.
Eleições regionais e municipais na Venezuela e presidenciais e legislativas no Chile
Cerca de 20 milhões de venezuelanos estão convocados para, no próximo domingo, 21, irem às urnas eleger os 23 governadores e 335 alcaides do país, além dos membros dos conselhos legislativos estaduais e dos conselhos municipais.
Ao renovar o apelo ao povo venezuelano para ir em massa às urnas, o presidente Nicolás Maduro destacou a importância desse acto democrático e soberano para a consolidação da paz e da estabilidade do país. «Na história fica marcado o 21 de Novembro como um grande dia para a democracia participativa», afirmou.
Maduro destacou a capacidade tecnológica e organizativa do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) na instalação do equipamento para o exercício do sufrágio, caracterizado agora por uma maior qualidade e acessibilidade quando comparado com anteriores processos eleitorais.
Sandra Pereira, do PCP,
observadora internacional
Sandra Pereira, deputada do PCP no Parlamento Europeu e vice-presidente da Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana (Eurolat), encontra-se até ao dia 22 na Venezuela para acompanhar, na qualidade de observadora internacional a convite do CNE da República Bolivariana da Venezuela, a realização das eleições regionais e municipais nesse país.
Eleições presidenciais e legislativas no Chile
No Chile, mais de 15 milhões de cidadãos estão inscritos nos cadernos eleitorais, aptos a votar no escrutínio de domingo, 21, para a primeira volta da eleição do presidente da República e a escolha de senadores e deputados do Congresso.
Os resultados saídos das urnas vão evidenciar o impacto que teve na sociedade chilena o levantamento popular de 2019, que forçou uma mudança constitucional, em curso na Convenção Constituinte.
Sondagens publicadas apontam como um dos favoritos, entre os sete candidatos presidenciais, Gabriel Boric, apoiado pela coligação de esquerda Aprovo Dignidade, que o Partido Comunista do Chile integra.