PCP afirma nas ruas soluções para o País
No âmbito da acção do PCP «Ao teu lado todos os dias – Mais salários e pensões. Reforçar o SNS. Creches gratuitas. Direito à habitação», está a ser distribuído um folheto em todo o País.
Nesse documento, em que realça as soluções que propõe para o País, o PCP destaca que «na hora de decidir é à direita que o PS dá a mão», lembrando os casos mais recentes de propostas suas rejeitadas pelos votos conjugados de PS, PSD, CDS, IL e Chega: o aumento do salário mínimo, a revogação das normas gravosas da legislação laboral, a redução do preço da energia, as alterações à Lei do Arrendamento, o fim dos apoios públicos às empresas sedeadas em offshores ou a travagem dos despedimentos.
A «dimensão dos problemas do País exige soluções que não se podem adiar», realça o Partido, garantindo que tanto na proposta de Orçamento do Estado como para além dele, o PS e o seu Governo «não respondem, nem dão mostras de vir a responder» a essa questão. Passada a epidemia e «com os milhares de milhões que se propagandeiam, com o anunciado crescimento económico», não há razão para que essa resposta não se concretize.
Após salientar que as «contas certas» que importam são as que mexem com a «vida de cada um», com rendimentos que permitam fazer face às necessidades, o Partido afirma que não prescindirá de «intervir por todas as soluções que assegurem a elevação das condições de vida dos trabalhadores e do povo e um Portugal com futuro», pois é preciso «olhar para o futuro, dar as respostas necessárias, abrir perspectivas a uma política alternativa».
É na força do PCP, «não nas opções do PS ou nos projectos reaccionários de PSD e CDS e dos seus sucedâneos, que se encontra a solução dos problemas nacionais», afirma-se.