Sandra Pereira nos distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu

A deputada do PCP no Parlamento Europeu (PE), Sandra Pereira, esteve, no final de Maio e início de Junho, nos distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu. No primeiro, encontrou-se com micro, pequenos, médios e empresários, com a AECBP- Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor e com a ACICB – Associação Comercial e Empresarial da Beira Baixa, tendo constatado as dificuldades daqueles no acesso às ajudas públicas, a sua exiguidade face às consequências do surto epidémico e o seu carácter limitado e marcado pelo benefício da banca, fazendo temer o encerramento de muitos pequenos negócios.

Já em Pinhel e Seia, Sandra Pereira encontrou-se com produtores de vinho e leite, onde às dificuldades já antes transmitidas em Castelo Branco, os agentes económicos notaram a excessiva burocratização dos processos de apoio e a manutenção de imposições desajustadas à realidade de quem luta para sobreviver, a discriminação do sector cooperativo o sobrepeso dos custos de factores produtivos num quadro em que se luta pela sobrevivência perante uma queda abrupta da procura

Finalmente, em Viseu, a eleita do Partido no PE, de pois de ter reunido com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Tondela-Viseu, encontrou-se com representantes dos trabalhadores do Centro de Produção de Mangualde da PSA Peugeot/Citroën, onde foi feita uma análise da situação laboral e do futuro desta unidade fabril de produção automóvel.



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ANÁLISE Numa primeira avaliação ao Programa de Estabilização Económica e Social, o PCP considera que o Governo «continua amarrado a uma política que não responde à gravidade da situação, nem lança bases para um Portugal com futuro».

Convívio para fortalecer a luta

Na esplanada da adegada Quinta da Atalaia, teve lugar este sábado um almoço-convívio de militantes comunistas e amigos sem filiação partidária, que são dirigentes ou activistas na Fiequimetal/CGTP-IN e nos seus sindicatos, com intervenção nos sectores das indústrias metalúrgicas, químicas, eléctricas, farmacêutica, celulose, papel, gráfica, imprensa, energia e minas.

Nas intervenções políticas, Rogério Silva (do sector sindical do Partido) e Francisco Lopes (dos organismos executivos do Comité Central do PCP) destacaram as especiais dificuldades que os trabalhadores enfrentam, por estarem a ser sujeitos a uma muito forte ofensiva do capital no sentido de agravar a exploração. Salientaram ainda a importância de o movimento sindical unitário, com intervenção determinante dos militantes comunistas eleitos pelos trabalhadores como seus representantes, continuar a unir e organizar a luta para responder a este ataque.

Bombeiros de Lisboa precisam de ajuda

A Organização Regional de Lisboa (ORL) do PCP alerta que «é inadiável avançar com o reforço financeiro das associações humanitárias de bombeiros voluntários (AHBV)». Em comunicado, salienta-se que a antecipação de receitas deste ano não só não corresponde às necessidades colocadas pela pandemia, como agravam a situação...