«Nem mais um minuto» além da hora nos CTT

«Vamos trabalhar com todo o profissionalismo, mas dentro do horário de trabalho», cumprindo 7h48min por dia, «nem mais um minuto», apelou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, respondendo a uma «gestão do desenrasca».

Por não renovação de contratos, por diminuição de agenciamentos, por situações de confinamento ou assistência a filhos ou por aliciamento a ir de férias, há diminuição de trabalhadores, ao mesmo tempo que aumenta o correio registado e cresce exponencialmente o correio expresso.

Neste contexto, explicou dia 7 o sindicato da Fectrans/CGTP-IN, «a situação na maioria dos centros de distribuição postal é caótica e foi ainda agravada pelo não sequenciamento do serviço», e repetem-se casos como «um carteiro a fazer dois e três giros, trocas de horário feitas ilegalmente, saldos [horários] a avolumarem-se, pressão sobre os trabalhadores», os quais «estão fartos de ser usados como pau para toda a obra».

 



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