Greve à vista na TSF

Os trabalhadores da TSF admitem recorrer à greve caso os accionistas do Global Media Group, que detém a estação de rádio, não respondam por escrito às suas reivindicações num prazo de 10 dias. A decisão foi assumida na sexta-feira, 15, num plenário onde se aprovou uma resolução com as razões e exigências que a motivam.

Os trabalhadores discordam dos investimentos errados que levaram a mais de uma centena de despedimentos em 2014 e denunciam as consequências já hoje visíveis de uma nova reestruturação, anunciada pelo grupo, e que, garantem, «terá um número ainda incerto de rescisões por mútuo acordo e um provável despedimento coletivo»: os salários em atraso e a saída de jornalistas (numa redacção que já era curta) puseram em causa a capacidade de resposta da TSF «enquanto reconhecida marca de rádio de notícias».

Na resolução aprovada pelos trabalhadores exige-se esclarecimento acerca da reestruturação, a divulgação imediata das contas de 2018 e explicações acerca da recente demissão do director Arsénio Reis. Reclama-se também o pagamento atempado dos salários e do subsídio de Natal, conforme prática da empresa desde a sua fundação.




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