Ana Leitão ao lado de quem trabalha e pelo desenvolvimento regional

CASTELO BRANCO A CDU apresentou no sábado à tarde, em Tortosendo, a primeira candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral albicastrense, numa iniciativa realizada na rua e em que participou Jerónimo de Sousa.

O desenvolvimento é inseparável da elevação das condições de vida

Perante uma boa moldura humana, Ana Leitão foi a primeira a intervir e acusou a política de direita e os partidos que a aplicaram ao longo de décadas pelo contínuo agravamento das dependências, pela destruição da capacidade produtiva e fragilização do País em múltiplas dimensões.

As regiões do interior e as suas populações têm sido particularmente fustigadas, por isso a professora e dirigente sindical que encabeça a lista do PCP-PEV reclamou «provas dadas ao lado de quem trabalha e pelo desenvolvimento regional», e dando disso mesmo vários exemplos, acusou PS, PSD e CDS de «dizerem uma coisa na Assembleia da República (AR), e outra no distrito».

Pelo contrário, considerou, a CDU tem sido coerente na identificação dos problemas e no avançar das soluções para a revitalização do Interior, e continuará a bater-se pela derrota da tese do «se nada existir, justifica-se que nada exista», aplicada nos últimos anos em particular na extinção de serviços públicos e funções sociais do Estado.

Ana Leitão adiantou, por outro lado, propostas e reivindicações que a CDU terá tantas mais condições para levar à AR quanto maior for o seu reforço eleitoral – na área dos transportes (construção das ligações de Idanha-a-Nova e Penamacor à A23, dos IC31 e IC6, do túnel da Alvoaça; fim das portagens na A23 e implementação do passe social com alargamento dos serviços de transportes públicos; requalificação das infra-estruturas e serviço da Linha da Beira Baixa), na área do mundo rural e da protecção dos recursos e património natural.

Deu desta forma o mote para o Secretário-geral do PCP frisar que «para a CDU o desenvolvimento do País é inseparável da elevação das condições de vida dos trabalhadores e do povo e dos seus direitos», da «defesa dos sectores produtivos e da produção nacional, nomeadamente da agricultura familiar e dos modos de produção tradicionais», de «um Estado ao serviço do povo, que efective os direitos sociais, assegure o direito à saúde, educação e protecção social, promova a cultura, garanta o direito à mobilidade e à habitação».

«É inseparável de um País coeso e equilibrado, a garantia de progresso e condições de vida em todo o território, no continente e nas regiões autónomas, nas cidades e nas zonas rurais, assente na regionalização e no ordenamento do território e numa política ambiental que salvaguarde a natureza».




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