Polícias pela legalidade

Um acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, emitido a 15 de Março, deu razão à Associação Sindical dos Profissionais da Polícia e determinou que a PSP não pode continuar a cortar os suplementos nos períodos de férias (como o suplemento especial de polícia, o de patrulha ou o de turno). Mas, depois de recursos de outras instâncias, ao longo dos últimos anos, o Governo (Administração Interna e Finanças) mantém a ilegalidade e não paga aquilo a que está obrigado e que representa cerca de 400 euros por ano a cada profissional, desde 2011.

Também está por cumprir o Estatuto da PSP, em vigor desde Dezembro de 2015, na parte em que obriga à pré-aposentação de 800 polícias.

Este foi o motivo para a concentração que a ASPP/PSP promoveu na quarta-feira, dia 26 (na foto), e para os protestos até final da semana e na segunda e terça-feira, frente ao Ministério das Finanças e também na residência oficial do primeiro-ministro.

 



Mais artigos de: Trabalhadores

Exigidos 50 euros nas indústrias e nos transportes

Na contratação colectiva e nos cadernos reivindicativos a apresentar nas empresas das indústrias metalúrgicas, químicas, eléctricas, farmacêutica, celulose, papel, gráfica, imprensa, energia e minas, os sindicatos da Fiequimetal/CGTP-IN vão mobilizar os trabalhadores para a luta pelo aumento real dos salários, colocando...

Regresso à EMEF

Os trabalhadores da EMEF despedidos há um ano e três meses regressaram no dia 1 de Outubro ao seu local de trabalho, nas oficinas de Santa Apolónia, informou a Fectrans esta segunda-feira, considerando que este resultado representa «um estímulo para continuar a reivindicar que a um posto de trabalho permanente...