Combater a precariedade
Para o centro do debate, pela mão do PCP, veio também o combate à precariedade, com João Oliveira a sublinhar a necessidade de «levar por diante esse combate», em particular na administração pública. Um combate relativamente ao qual, frisou, é necessário que o Estado – e em particular o Governo – «assuma as suas responsabilidades» na vinculação dos trabalhadores em situação de precariedade identificada.
Quis saber por isso qual a perspectiva do Governo para que a integração de todos os trabalhadores em situação de precariedade possa ser assegurada.
«Está cumprida a primeira fase» e, agora, na segunda fase, depois de «identificados os interessados, cada serviço terá que apreciar e verificar cada situação concreta», respondeu António Costa, sem mais pormenores.
Antes, o presidente da bancada comunista lembrara ainda que o PCP acompanhou a ideia de que o processo pudesse ser desencadeado pelos próprios trabalhadores, nunca deixando contudo de sublinhar que deveria ser o próprio Governo, a partir da listagem dos trabalhadores precários, a promover as medidas para a sua contratação e vinculação.