Repor transportes nos eixos...
Jerónimo de Sousa não deixou de se congratular com o investimento de 10 milhões de euros na manutenção da frota dos navios da Transtejo e Soflusa anunciado pelo Governo na semana transacta – indissociável da «persistente intervenção do PCP e da luta dos trabalhadores e dos utentes», frisou –, mas sublinhou que «é preciso ir mais longe» quer na reactivação dos estaleiros de manutenção, quer no «alargamento da oferta de carreiras que foi dramaticamente atingida ao longo dos anos», quer ainda na «recomposição dos quadros da empresa».
Atendendo a que o universo de problemas em matéria de transportes públicos é bem mais amplo e abrange outras empresas, o líder comunista aproveitou para chamar a atenção para o Metro de Lisboa, a reclamar também «investimento e contratação de pessoal por forma a responder às necessidades das populações».
À «boa notícia» sobre o investimento nas empresas que asseguram a travessia do Tejo, o chefe do Governo acrescentou o que disse ser «outra boa notícia» e para a qual, reconheceu, o PCP «contribuiu bastante», e muitas vezes motivara o questionamento de Jerónimo de Sousa: a publicação, dias antes, no Boletim do Trabalho e Emprego, do acordo de empresa da Soflusa e Transtejo.
Já sobre o Metro, sem responder à questão concreta, repetiu o que já dissera em anterior debate quinzenal: que a obra na estação de Arroios arrancará dia 19, considerando-a «fundamental para que Linha Verde volte a funcionar com seis composições».