Confronto de interesses

«O presidente da CIP defende os seus interesses, os dos grandes empresários», comentou o Secretário-geral da CGTP-IN, a propósito das declarações de António Saraiva sobre eventuais alterações da legislação laboral, que a confederação patronal rejeita, sob ameaça de recusar qualquer aumento do salário mínimo. Em declarações à agência Lusa, dia 3, Arménio Carlos acusou a CIP de manter uma «concepção retrógrada» e reafirmou a necessidade de uma subida do salário mínimo nacional e de um aumento geral dos salários. Quanto à legislação do trabalho, defendeu que «é necessário revogar as normas gravosas», para corrigir o desequilíbrio das relações laborais, a generalização da precariedade e a imposição de salários baixos.

 



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