Futuro com Abril
Ainda há muito por fazer
Está a chegar ao fim a Campanha Nacional de Fundos «Mais Espaço, Mais Festa. Futuro com Abril», para a compra da Quinta do Cabo, que já este ano se junto à Atalaia para acolher a 40.ª Festa do Avante!. Os resultados desta autêntica epopeia iniciada há cerca de um ano e meio serão divulgados na edição do Avante! de 19 de Maio. Só então se ficará a saber a dimensão do seu êxito!
Mas desengane-se quem pensar que é já tempo de dar esta tarefa por encerrada e de celebrar mais uma grande vitória política do Partido. Não, essa altura ainda não chegou, pois para que a campanha nacional de fundos fique efectivamente concluída há ainda a fazer mais uma conversa e mais um contacto, recolher e centralizar todos os contributos que possam ainda estar nas mãos dos camaradas que assumiram os contactos com os muitos militantes e amigos que participaram na campanha para a compra da Quinta do Cabo e fechar as contas das últimas iniciativas realizadas, o que terá que estar feito até ao dia 16.
Só depois de todo este trabalho estar concluído e de tudo estar contabilizado (e o resultado divulgado no Avante!) é que a campanha nacional de fundos estará efectivamente terminada. Aí sim, faça-se a merecida festa... e prossiga-se com a luta!
Dedicação sem limites
Lançada em Outubro de 2014, a campanha nacional de fundos assumiu objectivos ambiciosos, que só a reconhecida capacidade de organização do PCP e a comprovada dedicação do colectivo partidário seriam capazes de atingir e até de superar. Quando Jerónimo de Sousa anunciou, na Festa desse ano, a compra da Quinta do Cabo, os militantes e simpatizantes do Partido exultaram com a possibilidade de, no futuro, a Festa ser ainda maior e melhor, mas compreenderam também todas as implicações inerentes a essa decisão, sobretudo numa altura marcada por tantas dificuldades. O ano e meio que se seguiu, entre múltiplas e exigentes tarefas a que o Partido teve que dar resposta, ficou marcado pela resposta determinada às exigências decorrentes da campanha de fundos.
Nas últimas semanas, em diversos artigos publicados nesta secção, criada de propósito para o efeito, mostrámos experiências várias de como as diferentes organizações do Partido (regionais, concelhias, de freguesia, sector ou empresa) levaram a cabo a campanha. Nesses textos verificámos que cada uma delas partiu da sua experiência própria e actuou numa realidade concreta e irrepetível, que é a sua, e constatámos que todas partilham uma mesma dedicação sem limites ao Partido e ao seu projecto, a mesma vontade de superar os obstáculos e a mesma audácia a levar por diante a recolha de fundos através de muitos contactos, muitas conversas, muito esclarecimento, muita imaginação... e muito trabalho.
Das experiências divulgadas, em muito semelhantes a tantas outras, ressalta a determinação de concretizar o que muitos pensariam ser impossível. Isso ficou patente logo no início da campanha, aquando da fixação dos objectivos a atingir. Em muitos casos, as organizações estabeleceram para si próprias metas muito superiores àquelas que lhes tinham sido propostas centralmente; a concretização da campanha mostrou que, no essencial, tinham razão. Para os comunistas, o «impossível» é, muitas vezes, apenas o ponto de partida...