Debater a vitória em Paris

Cerca de 50 pes­soas apro­vei­taram o fe­riado de 8 de Maio, em França, e en­cheram o Lu­so­fo­lie's (co­nhe­cido es­paço cul­tural pa­ri­si­ense que con­grega a uni­ver­sa­li­dade da cul­tura de todos os países lu­só­fonos) para ce­le­brar a pas­sagem dos 70 anos da vi­tória sobre o nazi-fas­cismo na Se­gunda Guerra Mun­dial. A co­me­mo­ração constou de um de­bate sobre as causas e con­sequên­cias da vi­tória, pro­mo­vido pelo «Cercle Álvaro Cu­nhal», as­so­ci­ação que di­vulga em França a vida e a obra do his­tó­rico di­ri­gente co­mu­nista por­tu­guês, com­posta por pes­soas de vá­rias sen­si­bi­li­dades po­lí­ticas e ide­o­ló­gicas. Par­ti­cipou no de­bate Luís Ca­ra­pinha, es­pe­ci­a­lista em ques­tões in­ter­na­ci­o­nais.

A con­versa cen­trou-se no papel de­ci­sivo da União So­vié­tica que, lado a lado com os res­tantes ali­ados, de­sem­pe­nhou papel cen­tral no des­fecho da guerra e no avanço ci­vi­li­za­ci­onal que se lhe se­guiu: a li­ber­tação dos povos afri­canos e asiá­ticos sub­me­tidos à opressão co­lo­nial e a con­quista de di­reitos so­ciais um pouco por toda a Eu­ropa são al­guns ele­mentos desses avanços. Ao longo do de­bate foi es­ta­be­le­cida uma ponte de aná­lise entre a his­tória de me­ados do sé­culo XX e a atu­a­li­dade. Focou-se, então, o re­cru­des­ci­mento dos fas­cismos que atinge hoje a Eu­ropa, fruto do ne­o­li­be­ra­lismo, do mi­li­ta­rismo e da cha­mada «aus­te­ri­dade». 




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