Libertar Khaleda Jarrar
A detenção em Ramallah, a 2 de Abril, da deputada e presidente da Comissão dos Presos Palestinianos do parlamento palestiniano, e dirigente da Frente Popular de Libertação da Palestina Khaleda Jarrar, «é mais um exemplo, particularmente grave, dos crimes de prisão arbitrária e perseguição política cometidos por Israel, que mantém encarcerados nas suas prisões mais de seis mil palestinianos, dos quais 454 em detenção administrativa», considera o PCP.
Em nota divulgada dia 10 pelo seu gabinete de imprensa, o Partido sublinha também que «esta acção provocatória contra as legítimas instituições palestinianas e contra o seu povo insere-se na política criminosa de Israel que, na sequência das recentes eleições, intensifica as manobras de ocupação e repressão na Palestina e de desestabilização de todo o Médio Oriente. Uma política que, no plano regional, ficou bem expressa nas tentativas de Israel de boicotar o sinal de desanuviamento que o acordo político visando um “acordo nuclear” com o Irão significa para toda a região».
«O PCP exige a libertação imediata de Khaleda Jarrar e de todos os presos políticos palestinianos, e reafirma a sua solidariedade de sempre para com o povo palestiniano e a sua luta, considerando que a solução para os gravíssimos problemas que afectam o Médio Oriente passa pelo reconhecimento dos direitos nacionais do povo palestiniano de acordo com as resoluções das Nações Unidas», conclui-se no texto.