O Militante evoca nacionalizações
«Nacionalizações, conquista história e bandeira de luta» é o título de capa da edição de Março/Abril da revista O Militante, já à venda. Lá dentro, o tema é tratado no texto de Abertura, intitulado «Há 40 anos a revolução tomou o caminho do socialismo» e num artigo de Anselmo Dias, que recorda a nacionalização da banca após o 11 de Março de 1975. Na mesma linha, recorda-se num outro texto os 40 anos da Reforma Agrária.
Francisco Lopes, dos organismos executivos do CC, assina «A situação política actual e as tarefas do Partido», ao passo que Jaime Toga, da Comissão Política, e Celso Costa, do CC, abordam as conclusões e o significado das assembleias das organizações regionais do Porto e do Algarve, respectivamente. Rui Fernandes, da Comissão Política, garante ser fundamental «Romper com o rumo de crescente submissão e subordinação externas».
O centenário do nascimento de António Dias Lourenço, que se cumpre em Abril, é valorizado por Domingos Abrantes, enquanto Isabel Cruz reflecte sobre «Direitos da Mulher, defesa da democracia e luta contra o fascismo». Sobre a relação entre fascismo e guerra escreve Georgui Dimitrov, num texto de 1937 que O Militante recorda.
«A democracia nas escolas, uma conquista de Abril», do dirigente da JCP Miguel Violante, «Sobre o Encontro Nacional da CNOD, unir e mobilizar o movimento da deficiência», de Fernando Maurício, e «Cuba: a frente económica e os desafios da revolução», de Luís Carapinha completam a edição, que também inclui o comunicado da reunião do Comité Central de 9 de Fevereiro.