Atenção à saúde e segurança

Com a entrada em vigor, no dia 1, da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, a inspecção dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais na Administração Pública deixa de estar sob a alçada da Autoridade para as Condições do Trabalho, passando para a Inspecção-Geral das Finanças e os serviços de inspecção dos ministérios, afirma num comunicado o Sindicato da Função Pública, que classifica o facto como um «recuo geracional» e uma manifestação evidente da falta de importância que o Governo PSD/CDS-PP atribui aos direitos na área da saúde e segurança no trabalho. Assim, o sindicato exige ao Governo que respeite as convenções da Organização Internacional do Trabalho e as normas nacionais sobre a matéria, não desprezando os trabalhadores da Administração Pública.




Mais artigos de: Trabalhadores

Difícil de entender

Estruturas sindicais, associações profissionais e de pensionistas manifestaram a sua discordância com um acórdão que prolonga o sacrifício de quem trabalhou e descontou uma vida inteira.

Enfermeiros, exaustos e em greve

A carência de meios humanos e a degradação das condições de trabalho conduzem os enfermeiros ao cansaço extremo e põem em causa a segurança e a qualidade dos cuidados de saúde.

Greves nos CTT

A eliminação do horário contínuo penaliza os trabalhadores e facilita os despedimentos, num contexto em que o serviço público é marginalizado para engordar os lucros dos accionistas.

Acordo no privado <br>prejudica docentes

O acordo assinado, dia 23 de Julho, entre a FNE/UGT e a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) implica a «perda de direitos e garantias para os docentes deste sector», e legitima a preocupação sobre a forma como as negociações da...

Defender trabalhadores e futuro <br>da TAP

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos afirma que é «absolutamente urgente acabar com o congelamento salarial e parar a sangria e a desmotivação geral dos trabalhadores da TAP», considerando «perfeitamente suicidário» continuar a impor...