Dia Internacional da Juventude

Ecolojovem defende promoção da paz mundial

A Assembleia Geral da ONU proclamou, a 12 de Agosto, o Dia Internacional da Juventude, que, este ano, teve como tema «Diálogos e Compreensão Mútuos». Desta forma pretendeu-se encorajar o diálogo e compreensão entre gerações e promover os ideais da paz, respeito pelos direitos humanos, liberdade e solidariedade.

Com metas definidas que incluem a redução de uma série de males sociais até 2015, como a extrema pobreza, a fome, a mortalidade materna e infantil, a falta de acesso à educação e cuidados de saúde, a ONU pediu, neste dia, o apoio local e internacional de governos, sociedade civil, indivíduos e comunidades do mundo.

A propósito desta data, em nota de imprensa, a Ecolojovem, Juventude do Partido Ecologista «Os Verdes», defendeu «uma juventude cada vez mais participativa, solidária, conhecedora dos seus direitos, e livre». «Acreditamos que é nos jovens que reside a força e a capacidade de mudança, através da promoção da sua participação activa na sociedade, para que esta seja cada vez mais sustentável, justa e solidária», acentuam os ecologistas, que prometem manter-se activos na Campanha «Paz Sim, NATO não», pela promoção da paz a nível mundial, «para se alcançar um mundo de paz, solidariedade e transformação social».

 

Crise afecta os mais jovens 

 

Numa mensagem a propósito do Dia Internacional da Juventude, o Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou para as consequências da actual situação social e económica nos jovens, apelando a uma «atenção especial» às necessidades deste grupo, e exortando os estados-membros a «aumentarem os seus investimentos nos jovens».

«A situação social e económica em que vivemos justifica que se preste uma atenção especial aos mais jovens. Oitenta e sete por cento das pessoas com idades compreendidas entre os 15 e 24 anos vivem em países em desenvolvimento», lê-se na missiva, citada pela Lusa, onde também se sublinha que a crise económica teve «um impacto desproporcionado nos jovens», que perderam o emprego, têm de lutar por encontrar um, «ainda que seja mal remunerado», e viram limitado o acesso à educação.

«Este é um imperativo moral e uma necessidade de desenvolvimento. Mas é também uma oportunidade. A energia dos jovens pode estimular as economias mais débeis», escreve o responsável, apontando os importantes contributos dos jovens na luta contra a pobreza, propagação de doenças ou alterações climáticas.



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