PCP no Congresso do PAICV
Sob o lema «Juntos construímos o futuro», decorreu, entre 22 e 24 de Janeiro, o XII Congresso do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV). Alexandre Araújo, do Secretariado do Comité Central, representou o PCP na assembleia magna realizada na cidade da Praia com o objectivo de proceder ao balanço do trabalho, alterar os estatutos e eleger os órgãos directivos nacionais do PAICV, e discutir e aprovar a moção de estratégia que orientará a acção do partido no próximo triénio.
Saudando em nome do Comité Central do PCP os delegados ao Congresso e, por intermédio destes, todos os militantes do PAICV, Alexandre Araújo começou por sublinhar as relações de amizade entre os dois partidos, as quais «têm a sua origem na luta comum contra o fascismo e o colonialismo, que tanta exploração, opressão e guerra, que tanta injustiça e sofrimento causaram ao povo português e aos povos então colonizados».
«Uma luta comum que, com grandes exigências e sacrifícios – o campo de concentração do Tarrafal aí o está a testemunhar –, conduziu à conquista da independência pelo povo cabo-verdiano e outros povos irmãos e, em Portugal, à revolução libertadora do 25 de Abril de 1974», acrescentou.
Alerta para nova investida neocolonial
Na sua intervenção, o dirigente do PCP lembrou que «a actual situação mundial demonstra que o sistema dominante – o capitalismo – não só não responde às necessidades nem aos problemas com que os povos se confrontam, como, pelo contrário, está na origem da sua agudização», e alertou, neste contexto, que «a par de uma nova vaga de aprofundamento da exploração e empobrecimento generalizado, de privatizações e de concentração do capital, incrementa-se a ingerência e a guerra, militarizam-se crescentemente as relações internacionais, fortalecem-se os blocos político-militares como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), de que Portugal fascista e colonizador foi membro fundador, e que, hoje, a União Europeia militarizada é o pilar europeu».
Assim, «é com preocupação que verificamos que África está de novo sob uma investida neocolonial, que cobiça e pretende dominar a exploração dos seus vastos (mas finitos) recursos naturais, ameaçando despojar os seus povos de meios fundamentais ao seu desenvolvimento económico», expressou Alexandre Araújo.
«Apesar dos perigos que enfrentamos, constatamos que a situação internacional comporta igualmente reais possibilidades de resistência e de desenvolvimentos progressistas. Por isso, consideramos de grande importância a cooperação entre todos aqueles que anseiem pela construção de uma nova ordem internacional livre de relações de espoliação, de exploração e de opressão, que promova a paz e respeite a soberania dos povos e que abra alternativas de progresso e justiça social. Estejam certos que poderão contar com o PCP para este combate», garantiu o membro da direcção do PCP.
Saudando em nome do Comité Central do PCP os delegados ao Congresso e, por intermédio destes, todos os militantes do PAICV, Alexandre Araújo começou por sublinhar as relações de amizade entre os dois partidos, as quais «têm a sua origem na luta comum contra o fascismo e o colonialismo, que tanta exploração, opressão e guerra, que tanta injustiça e sofrimento causaram ao povo português e aos povos então colonizados».
«Uma luta comum que, com grandes exigências e sacrifícios – o campo de concentração do Tarrafal aí o está a testemunhar –, conduziu à conquista da independência pelo povo cabo-verdiano e outros povos irmãos e, em Portugal, à revolução libertadora do 25 de Abril de 1974», acrescentou.
Alerta para nova investida neocolonial
Na sua intervenção, o dirigente do PCP lembrou que «a actual situação mundial demonstra que o sistema dominante – o capitalismo – não só não responde às necessidades nem aos problemas com que os povos se confrontam, como, pelo contrário, está na origem da sua agudização», e alertou, neste contexto, que «a par de uma nova vaga de aprofundamento da exploração e empobrecimento generalizado, de privatizações e de concentração do capital, incrementa-se a ingerência e a guerra, militarizam-se crescentemente as relações internacionais, fortalecem-se os blocos político-militares como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), de que Portugal fascista e colonizador foi membro fundador, e que, hoje, a União Europeia militarizada é o pilar europeu».
Assim, «é com preocupação que verificamos que África está de novo sob uma investida neocolonial, que cobiça e pretende dominar a exploração dos seus vastos (mas finitos) recursos naturais, ameaçando despojar os seus povos de meios fundamentais ao seu desenvolvimento económico», expressou Alexandre Araújo.
«Apesar dos perigos que enfrentamos, constatamos que a situação internacional comporta igualmente reais possibilidades de resistência e de desenvolvimentos progressistas. Por isso, consideramos de grande importância a cooperação entre todos aqueles que anseiem pela construção de uma nova ordem internacional livre de relações de espoliação, de exploração e de opressão, que promova a paz e respeite a soberania dos povos e que abra alternativas de progresso e justiça social. Estejam certos que poderão contar com o PCP para este combate», garantiu o membro da direcção do PCP.