Demissão retardada
O Partido Ecologista «Os Verdes»(PEV) reiterou, em nota enviada à comunicação social, que a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Martins da Cruz, era «a única alternativa que lhe restava perante a tentativa de uso do poder para favorecer o ingresso da sua filha no Ensino Superior».
No rescaldo do escândalo que abalou o executivo liderado por Durão Barroso, «Os Verdes» recordam que no dia da demissão, terça-feira da semana passada, o grupo parlamentar havia exigido a presença do ministro no parlamento, considerando que este «se encontrava numa situação politicamente insustentável para se manter em funções», cuja renuncia ao cargo surge como tentativa de amenizar o capital de descrédito acumulado pelo Governo e «ao mesmo tempo evidencia a opacidade do Governo e a falta de rigor nos procedimentos adoptados por alguns dos seus ministros».
Para os ecologistas a demissão é tardia, uma vez que deveria ter ocorrido quando Martins da Cruz se apresentou no plenário da Assembleia da República para dar explicações aos deputados, o que deixa, segundo o PEV, as responsabilidades de alguns dos implicados por apurar.
No rescaldo do escândalo que abalou o executivo liderado por Durão Barroso, «Os Verdes» recordam que no dia da demissão, terça-feira da semana passada, o grupo parlamentar havia exigido a presença do ministro no parlamento, considerando que este «se encontrava numa situação politicamente insustentável para se manter em funções», cuja renuncia ao cargo surge como tentativa de amenizar o capital de descrédito acumulado pelo Governo e «ao mesmo tempo evidencia a opacidade do Governo e a falta de rigor nos procedimentos adoptados por alguns dos seus ministros».
Para os ecologistas a demissão é tardia, uma vez que deveria ter ocorrido quando Martins da Cruz se apresentou no plenário da Assembleia da República para dar explicações aos deputados, o que deixa, segundo o PEV, as responsabilidades de alguns dos implicados por apurar.