Prometer não chega!
A Comissão Coordenadora da CDU do Concelho de Santiago do Cacém pronunciou-se, em comunicado, quanto à situação social e económica no concelho e teceu duras críticas em relação às mais gravosas linhas da política de direita do Governo PSD/PP para a região do Litoral Alentejano.
Apesar dos cortes orçamentais às autarquias impostos pelo executivo governamental, os comunistas alentejanos consideram que a obra feita no concelho de Santiago do Cacém merece a mais ampla aprovação, fruto de «uma gestão caracterizada por critérios de justiça» e de «um trabalho na luta pela elevação das condições de vida da população e pela transformação social».
São, aliás, os cortes orçamentais e a política anti-social do Governo que impossibilitam a resolução de alguns dos problemas sentidos pelas populações locais, como acontece, por exemplo, no sector da saúde.
A falta de médicos e de valências de saúde no concelho «é flagrante» e, muito embora o secretário de Estado tenha prometido publicamente avançar com a obra, a maternidade de Santiago do Cacém é mais uma das muitas promessas vãs que não passam do papel e agudizam as assimetrias regionais no nosso País, acusa a CDU.
Na área do ensino a tónica é a mesma, com o adiamento sucessivo do início do funcionamento do pólo do Instituto Piaget em Santo André, «uma frente de batalha em que a CDU esteve e estará ao lado da população para exigir que rapidamente se avance na sua concretização», afirma-se no documento.
O desemprego foi outra das problemáticas abordadas, salientando-se o facto deste fenómeno atingir cerca de 12,5 por cento da população activa do concelho que, com os ataques em curso contra os direitos laborais, a chamada «reforma» da administração pública e o encerramento e privatização de empresas - como são exemplos o caso dos CTT ou o processo sinuoso do Porto de Sines - tende a piorar e vislumbra um cenário constante de falsas promessas de desenvolvimento para o Litoral Alentejano.
Apesar dos cortes orçamentais às autarquias impostos pelo executivo governamental, os comunistas alentejanos consideram que a obra feita no concelho de Santiago do Cacém merece a mais ampla aprovação, fruto de «uma gestão caracterizada por critérios de justiça» e de «um trabalho na luta pela elevação das condições de vida da população e pela transformação social».
São, aliás, os cortes orçamentais e a política anti-social do Governo que impossibilitam a resolução de alguns dos problemas sentidos pelas populações locais, como acontece, por exemplo, no sector da saúde.
A falta de médicos e de valências de saúde no concelho «é flagrante» e, muito embora o secretário de Estado tenha prometido publicamente avançar com a obra, a maternidade de Santiago do Cacém é mais uma das muitas promessas vãs que não passam do papel e agudizam as assimetrias regionais no nosso País, acusa a CDU.
Na área do ensino a tónica é a mesma, com o adiamento sucessivo do início do funcionamento do pólo do Instituto Piaget em Santo André, «uma frente de batalha em que a CDU esteve e estará ao lado da população para exigir que rapidamente se avance na sua concretização», afirma-se no documento.
O desemprego foi outra das problemáticas abordadas, salientando-se o facto deste fenómeno atingir cerca de 12,5 por cento da população activa do concelho que, com os ataques em curso contra os direitos laborais, a chamada «reforma» da administração pública e o encerramento e privatização de empresas - como são exemplos o caso dos CTT ou o processo sinuoso do Porto de Sines - tende a piorar e vislumbra um cenário constante de falsas promessas de desenvolvimento para o Litoral Alentejano.