Reformados discutem saúde
A Confederação Nacional de Pensionistas e Idosos (MURPI) e a Inter-Reformados analisaram, em reunião na sede nacional da CGTP, terça-feira da semana passada, a situação económica e social daquela camada da população portuguesa e equacionaram a realização de iniciativas comuns.
As delegações das duas organizações entendem que, em relação à revisão do valor das pensões, estas devem ter em conta a reposição do poder de compra e compreender «maiores compensações nas pensões mais baixas».
O MURPI e a Inter-Reformados contestam ainda os recentes aumentos das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde(SNS), «os quais chegam a atingir 40 por cento, bem como condenam o alargamento dos actos sujeitos a tais taxas, que cresceram de cerca de 140 para 360», numa lógica de privatização do SNS contrária às disposições constitucionais e à filosofia do sistema criado pós 25 de Abril.
Lembrando que Portugal é, a par da Grécia e da Itália, um dos países da União europeia onde «os cidadãos mais gastam do seu bolso ou pagam a privados para assegurar cuidados de saúde», as duas estruturas recordam que o SNS deverá ser «tendencialmente gratuito», e não o contrário.
As delegações das duas organizações entendem que, em relação à revisão do valor das pensões, estas devem ter em conta a reposição do poder de compra e compreender «maiores compensações nas pensões mais baixas».
O MURPI e a Inter-Reformados contestam ainda os recentes aumentos das taxas moderadoras no Serviço Nacional de Saúde(SNS), «os quais chegam a atingir 40 por cento, bem como condenam o alargamento dos actos sujeitos a tais taxas, que cresceram de cerca de 140 para 360», numa lógica de privatização do SNS contrária às disposições constitucionais e à filosofia do sistema criado pós 25 de Abril.
Lembrando que Portugal é, a par da Grécia e da Itália, um dos países da União europeia onde «os cidadãos mais gastam do seu bolso ou pagam a privados para assegurar cuidados de saúde», as duas estruturas recordam que o SNS deverá ser «tendencialmente gratuito», e não o contrário.