Insegurança no bairro
Os comunistas estão preocupados com as consequências do encerramento, por parte do Governo, da esquadra da Praça da Alegria, em Lisboa.
A condição de segurança das populações tem vindo a degradar-se
Esta esquadra, inserida num bairro histórico, dava garantias de tranquilidade e um sentimento de segurança à população da Freguesia de São José.
Há dias, Miguel Tiago, deputado do PCP na Assembleia da República e vereador da CDU substituído na autarquia, apresentou um requerimento, endereçado ao Ministro da Administração Interna, onde refere: «A presença da referida esquadra havia permitido até à data a realização de um trabalho de policiamento de proximidade, com o envolvimento da própria Junta de Freguesia, trazendo assim, ainda que com certas e conhecidas insuficiências, um sentimento de segurança à população da Freguesia, nomeadamente da mais frágil e também mais numerosa, a população de idosos».
No entanto, acrescenta, «com as medidas de encerramento de serviços públicos que têm vindo a ser levadas a cabo pelo Governo e, no presente caso, com a permissividade, anuência e concordância da maioria política na Câmara Municipal de Lisboa, a condição de segurança das populações e as condições de vida em geral têm vindo a degradar-se. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, estas situações não se verificam exclusivamente nas regiões rurais ou do interior do País, mas também com grande intensidade as encontramos nos perímetros das grandes cidades, com efeitos particularmente perversos nas áreas urbanas mais envelhecidas.»
Há dias, Miguel Tiago, deputado do PCP na Assembleia da República e vereador da CDU substituído na autarquia, apresentou um requerimento, endereçado ao Ministro da Administração Interna, onde refere: «A presença da referida esquadra havia permitido até à data a realização de um trabalho de policiamento de proximidade, com o envolvimento da própria Junta de Freguesia, trazendo assim, ainda que com certas e conhecidas insuficiências, um sentimento de segurança à população da Freguesia, nomeadamente da mais frágil e também mais numerosa, a população de idosos».
No entanto, acrescenta, «com as medidas de encerramento de serviços públicos que têm vindo a ser levadas a cabo pelo Governo e, no presente caso, com a permissividade, anuência e concordância da maioria política na Câmara Municipal de Lisboa, a condição de segurança das populações e as condições de vida em geral têm vindo a degradar-se. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, estas situações não se verificam exclusivamente nas regiões rurais ou do interior do País, mas também com grande intensidade as encontramos nos perímetros das grandes cidades, com efeitos particularmente perversos nas áreas urbanas mais envelhecidas.»