Melhor educação!
Mais de quatro mil universitários, vindos de vários pontos do País, manifestaram-se, na passada semana, por um ensino superior público, gratuito e de qualidade.
Propinas aumentam todos os anos
Em nota de imprensa, a Direcção Central do Ensino Superior da JCP solidarizou-se com a «grande luta dos estudantes».
«Nesta acção ficou patente a exigência de mais financiamento para o ensino superior, que tem sofrido sucessivos cortes que se reflectem nas condições materiais, humanas e pedagógicas da generalidade das escolas», sublinharam os jovens comunistas, que exigem o fim das propinas, «que têm tido brutais aumentos ao longo dos anos».
Defendem, de igual forma, a retirada de Portugal do Processo de Bolonha, «que tem elitizado cada vez mais o ensino», mais e melhor Acção Social Escolar, «que tem sofrido brutais ataques e demonstra-se insuficiente para as necessidades dos estudantes, pretendendo o Governo que seja substituída por empréstimos», uma gestão democrática das instituições, «que foi posta em causa por parte e actual Governo, com a implementação do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, que retira dos estudantes dos órgãos de gestão e insere representantes de grupos económicos a ingerir na vida das escolas, abrindo cada vez mais espaço à privatização do ensino».
Ensino a degradar-se
Também a Ecolojovem apoiou a acção dos estudantes, que, há muitos anos, «reivindicam reais políticas de investimento no ensino superior e um sistema mais justo e democrático», e exigiu ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que dialogue com as associações académicas para resolver os graves problemas que atingem os universitários.
«O ensino superior, devido ao desinvestimento dos sucessivos governos, tem vindo a degradar-se, verifica-se o sub-financiamento das instituições, há serviços que não satisfazem as necessidades dos jovens, como o alojamento, as bibliotecas e as cantinas, o sistema de Acção Social Escolar está longe de abranger todos os que necessitam e baseia-se num modelo de atribuição de bolsas injusto», acusam os jovens ecologistas do Partido Ecologista «Os Verdes».
«Nesta acção ficou patente a exigência de mais financiamento para o ensino superior, que tem sofrido sucessivos cortes que se reflectem nas condições materiais, humanas e pedagógicas da generalidade das escolas», sublinharam os jovens comunistas, que exigem o fim das propinas, «que têm tido brutais aumentos ao longo dos anos».
Defendem, de igual forma, a retirada de Portugal do Processo de Bolonha, «que tem elitizado cada vez mais o ensino», mais e melhor Acção Social Escolar, «que tem sofrido brutais ataques e demonstra-se insuficiente para as necessidades dos estudantes, pretendendo o Governo que seja substituída por empréstimos», uma gestão democrática das instituições, «que foi posta em causa por parte e actual Governo, com a implementação do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, que retira dos estudantes dos órgãos de gestão e insere representantes de grupos económicos a ingerir na vida das escolas, abrindo cada vez mais espaço à privatização do ensino».
Ensino a degradar-se
Também a Ecolojovem apoiou a acção dos estudantes, que, há muitos anos, «reivindicam reais políticas de investimento no ensino superior e um sistema mais justo e democrático», e exigiu ao ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que dialogue com as associações académicas para resolver os graves problemas que atingem os universitários.
«O ensino superior, devido ao desinvestimento dos sucessivos governos, tem vindo a degradar-se, verifica-se o sub-financiamento das instituições, há serviços que não satisfazem as necessidades dos jovens, como o alojamento, as bibliotecas e as cantinas, o sistema de Acção Social Escolar está longe de abranger todos os que necessitam e baseia-se num modelo de atribuição de bolsas injusto», acusam os jovens ecologistas do Partido Ecologista «Os Verdes».