Povo na rua com Morales
Centenas de milhares de pessoas participaram, domingo, nas diversas acções de campanha realizadas por Evo Morales e pelos candidatos e apoiantes do Movimento para o Socialismo (MAS)em toda a região de Santa Cruz.
«É preciso confirmar nas urnas o ambiente que se vive nas ruas»
A adesão popular massiva à caravana eleitoral do actual presidente e candidato a um novo mandato é mais um indicador que confirma as expectativas de uma vitória na primeira volta das eleições presidenciais, agendadas para o próximo dia 6.
Simultaneamente, os mais de cinco milhões de bolivianos já registados pela Comissão Nacional Eleitoral escolhem os 166 deputados do novo parlamento. A julgar pelo entusiasmo que sobressaiu das iniciativas ocorridas nas comunidades da região, onde nenhum alto governante havia passado, também o MAS deve alcançar a maioria absoluta.
Essa é, aliás, a principal batalha das forças progressistas bolivianas nesta fase da disputa eleitoral. Aliar à escolha de Evo Morales para a chefia do Estado e de Álvaro Garcia Linera para a vice-presidência, a escolha de deputados do MAS.
Apesar do apoio manifesto, é preciso confirmar nas urnas o ambiente que se vive nas ruas, até porque, como tem explicado Morales, muitos dos candidatos a deputados apostam a sua eleição na estratégia do chamado voto cruzado – enquanto apelam ao voto em Morales procurando com isso ganhar a confiança do povo, preparam a oposição às políticas concretas defendidas pelo presidente. É preciso desmascarar estes traidores, insiste Morales.
Vencer o medo
A marcha realizada em Santa Cruz assumiu ainda um maior significado depois de no dia 12 de Novembro os apoiantes de um dos candidatos da direita, Manfred Reys Villa, terem atacado o local onde Garcia Linera participaria numa acção de campanha do MAS.
Acresce que Santa Cruz tem sido um viveiro de manobras das forças separatistas afectas à oligarquia boliviana, pelo que a presença de centenas de milhares de bolivianos nas iniciativas de campanha de Morales e do MAS representa um avanço significativo na consciência e determinação política dos habitantes locais, e uma vitória sobre o medo, a intimidação e a manipulação.
As sondagens mais recentes dão a Evo Morales 52 por cento dos votos. Em quatro anos de mandato, Morales e as orientações políticas que procura consolidar no país foram escrutinadas outras tantas vezes em consultas e sufrágios.
Simultaneamente, os mais de cinco milhões de bolivianos já registados pela Comissão Nacional Eleitoral escolhem os 166 deputados do novo parlamento. A julgar pelo entusiasmo que sobressaiu das iniciativas ocorridas nas comunidades da região, onde nenhum alto governante havia passado, também o MAS deve alcançar a maioria absoluta.
Essa é, aliás, a principal batalha das forças progressistas bolivianas nesta fase da disputa eleitoral. Aliar à escolha de Evo Morales para a chefia do Estado e de Álvaro Garcia Linera para a vice-presidência, a escolha de deputados do MAS.
Apesar do apoio manifesto, é preciso confirmar nas urnas o ambiente que se vive nas ruas, até porque, como tem explicado Morales, muitos dos candidatos a deputados apostam a sua eleição na estratégia do chamado voto cruzado – enquanto apelam ao voto em Morales procurando com isso ganhar a confiança do povo, preparam a oposição às políticas concretas defendidas pelo presidente. É preciso desmascarar estes traidores, insiste Morales.
Vencer o medo
A marcha realizada em Santa Cruz assumiu ainda um maior significado depois de no dia 12 de Novembro os apoiantes de um dos candidatos da direita, Manfred Reys Villa, terem atacado o local onde Garcia Linera participaria numa acção de campanha do MAS.
Acresce que Santa Cruz tem sido um viveiro de manobras das forças separatistas afectas à oligarquia boliviana, pelo que a presença de centenas de milhares de bolivianos nas iniciativas de campanha de Morales e do MAS representa um avanço significativo na consciência e determinação política dos habitantes locais, e uma vitória sobre o medo, a intimidação e a manipulação.
As sondagens mais recentes dão a Evo Morales 52 por cento dos votos. Em quatro anos de mandato, Morales e as orientações políticas que procura consolidar no país foram escrutinadas outras tantas vezes em consultas e sufrágios.