PCP no XVIII Congresso do PCE
Realizou-se nos passados dias 6, 7 e 8 de Novembro, em Madrid, o XVIII Congresso do Partido Comunista de Espanha (PCE) com o lema «Há uma saída pela Esquerda, Lutamos pelo Socialismo». Os 550 delegados eleitos nas federações do PCE aprovaram por larga maioria as teses políticas e o documento sobre organização e finanças do Partido, ambos centrados no conceito de «reconstrução» do PCE que perpassou todo o Congresso e que procura dar resposta aos exigentes desafios do Partido, visando a sua recuperação no plano orgânico, ideológico e de influência política, social e de massas.
As questões de organização e funcionamento do PCE, a sua autonomia, identidade e intervenção própria e a sua política de alianças foram também temas centrais deste Congresso no quadro de um intenso e complexo debate que prossegue na Esquerda Unida – a frente eleitoral e política em que o PCE participa – em torno da sua «refundação» e do papel dos comunistas espanhóis no seu seio.
Num Congresso que analisou a profunda crise económica e social que Espanha atravessa - com um índice de desemprego na ordem dos 20%, custos astronómicos da habitação e uma profunda recessão económica - os comunistas espanhóis procederam ainda à revisão dos seus estatutos e elegeram por larga maioria o novo Comité Federal de 180 membros, o qual, por sua vez, elegeu na sua primeira reunião e por unanimidade o novo secretário-geral do PCE, Jose Luís Centella.
O Partido Comunista Português, que esteve representado em Madrid por Ângelo Alves, membro da Comissão Política do Comité Central, foi uma das duas delegações estrangeiras (entre as mais de quatro dezenas que assistiram aos trabalhos do Congresso) a usar da palavra, tendo valorizando as relações de amizade e cooperação que presentemente existem entre os dois partidos e a importância dos partidos comunistas ligados às massas e com a sua identidade na luta pela transformação social.
As questões de organização e funcionamento do PCE, a sua autonomia, identidade e intervenção própria e a sua política de alianças foram também temas centrais deste Congresso no quadro de um intenso e complexo debate que prossegue na Esquerda Unida – a frente eleitoral e política em que o PCE participa – em torno da sua «refundação» e do papel dos comunistas espanhóis no seu seio.
Num Congresso que analisou a profunda crise económica e social que Espanha atravessa - com um índice de desemprego na ordem dos 20%, custos astronómicos da habitação e uma profunda recessão económica - os comunistas espanhóis procederam ainda à revisão dos seus estatutos e elegeram por larga maioria o novo Comité Federal de 180 membros, o qual, por sua vez, elegeu na sua primeira reunião e por unanimidade o novo secretário-geral do PCE, Jose Luís Centella.
O Partido Comunista Português, que esteve representado em Madrid por Ângelo Alves, membro da Comissão Política do Comité Central, foi uma das duas delegações estrangeiras (entre as mais de quatro dezenas que assistiram aos trabalhos do Congresso) a usar da palavra, tendo valorizando as relações de amizade e cooperação que presentemente existem entre os dois partidos e a importância dos partidos comunistas ligados às massas e com a sua identidade na luta pela transformação social.