Construir o futuro!
Na vanguarda da luta pelos direitos, sonhos e aspirações dos jovens
(...) Comemorar os 30 anos da JCP é assinalar o aniversário da organização revolucionária da juventude portuguesa, empenhada no seu esclarecimento e mobilização, empenhada na luta pelo futuro! É afirmar uma organização de olhos postos no futuro, enraizada no seio da juventude e com grande orgulho no seu passado e na luta heróica de gerações de comunistas que se constituíram na grande força motriz da luta juvenil.
É, simultaneamente, homenagear os milhares de jovens comunistas que desde 1921 se organizaram na Juventude Comunista (JC), na Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas (FJCP), na União de Estudantes Comunistas (UEC), na União da Juventude Comunista (UJC) e também todos aqueles que se empenharam em várias estruturas unitárias de juventude como o MUD juvenil e o MJT.
Comemorar 30 anos da JCP é homenagear esta luta heróica, que travamos há décadas, por vezes em condições muito difíceis, contra o fascismo, o imperialismo e, mais tarde pela Revolução de Abril. Acima de tudo é afirmar a razão da dedicação e do empenho de milhares de jovens comunistas – o ideal comunista, a luta pelo Socialismo e pelo Comunismo!
Lutar por direitos
Ao longo destes 30 anos foram muitas as lutas travadas pela juventude portuguesa, tendo a JCP e os jovens comunistas um papel insubstituível na sua dinamização e na consciencialização dos jovens para a necessidade da luta.
São exemplos de importantes lutas as desenvolvidas contra a Prova Geral de Acesso (PGA), a revisão curricular, as propinas, os exames nacionais e provas globais, pela implementação da educação sexual, contra o pacote laboral, pelos direitos dos jovens trabalhadores, pela despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), pela independência política e de acção do movimento associativo juvenil, contra as guerras do imperialismo, na Jugoslávia, no Iraque e Afeganistão, pela solidariedade com a luta dos jovens e dos povos como foi em Timor, Saara e Palestina.
Muitas destas lutas permitiram travar a ofensiva e outras permitiram mesmo o avanço nas conquistas e direitos.
São 30 anos de intensa actividade e luta pelos direitos da juventude e da sua organização. É com orgulho que afirmamos que os jovens comunistas ao longo destas três décadas se empenharam no reforço do movimento juvenil e das suas estruturas.
Assinalar 30 anos da JCP é também assinalar a combatividade do movimento associativo estudantil no secundário e superior, a sua força e luta, é assinalar a diversidade do associativismo juvenil, é assinalar a acção organizada da Interjovem/CGTP na luta pelos direitos dos jovens trabalhadores, é assinalar o empenho e a dedicação de milhares de jovens que se organizam em torno dos seus gostos, direitos e anseios.
Educação pública
Hoje, os ataques aos direitos da juventude não diminuíram antes pelo contrário aumentaram. Também a luta juvenil se mantém e reforça. Este ano foram cerca de 70 mil os estudantes do ensino secundário em luta. E já durante o corrente ano lectivo foram muitos os que sairam à rua. Lutaram e continuaram a lutar por uma educação pública, gratuita, de qualidade e democrática para todos, sem exames nacionais, sem o estatuto do aluno, pelo fim progressivo dos «numerus clausus», pela implementação da educação sexual de uma forma interdisciplinar, pela gratuitidade dos manuais escolares e de todos os materiais de apoio, por uma Acção Social Escolar (ASE) que garanta a todos o acesso, frequência e sucesso no ensino. (...)
(...) Também no ensino superior, os estudantes saíram à rua com muita força e lutaram: por um ensino superior público, gratuito, de qualidade e democrático para todos, por uma nova Lei do Financiamento, sem propinas, por mais e melhor ASE, sem empréstimos, que responda às necessidades e permita a todos a frequência em condições de igualdade, pela retirada de Portugal do Processo de Bolonha, pela revogação do RJIES e pela existência de estágios remunerados. (...)
Solidariedade com os trabalhadores
(...) No mundo do trabalho, estamos a viver um tempo de grandes e crescentes lutas com muitos e muitos milhares de trabalhadores em luta, inclusive os jovens. De salientar a manifestação nacional de jovens trabalhadores, dia 28 de Março, Dia Nacional da Juventude, que pelo quarto ano consecutivo trouxe para rua milhares de jovens trabalhadores em defesa dos seus direitos pela alteração dos aspectos mais negativos do Código do Trabalho e da legislação laboral da Administração Pública, pela passagem a efectivos de todos os trabalhadores que desempenham funções permanentes, pelo fim do trabalho precário, pelo aumento real dos salários, contra a desregulamentação dos horários de trabalho, pelo alargamento dos critérios de atribuição do subsídio desemprego, pelo pleno emprego. (...)
Solidariedade internacionalista
(...) Desde a sua fundação que a JCP é membro da Federação Mundial da Juventude Democrática - FMJD, onde sempre assumiu grandes responsabilidades que se reforçaram desde 2003 quando a JCP assumiu a sua presidência.
A FMJD nasceu a 10 de Novembro de 1945, e por isso também comemoramos a sua existência. Organização juvenil, anti-imperialista, que, com mais de 60 anos, é aquela que mais significativamente contribuiu no plano internacional para organizar as lutas e formas de solidariedade juvenis desde a 2.ª Guerra Mundial.
O amor pela paz e a solidariedade internacional são valores que, lado a lado com o nosso patriotismo, fazem parte da nossa identidade como comunistas. Desde sempre as juventudes comunistas foram internacionalistas, e a JCP não é diferente. Estivemos, estamos e estaremos ao lado dos jovens da Palestina, do Saara Ocidental, da Coreia, de Cuba, do Zimbabwe, da Colômbia, da República Checa, do Chipre e de todos que lutam contra o imperialismo.
Preparar o Congresso
A JCP está agora, e mais uma vez, empenhada na construção do seu Congresso – que está marcado para os dias 22 e 23 de Maio, em Lisboa, com o lema: «Com a luta da Juventude: construir o Futuro!».
Este é momento de extrema importância na vida de uma organização com o tipo da nossa – uma organização comunista.
Devido à nossa característica juvenil, uma grande parte dos militantes que participarão no Congresso quer como delegados, quer na sua fase preparatória fazem-no pela primeira vez. Este elemento da realidade da JCP traz responsabilidades acrescidas à preparação do Congresso fazendo dele um grande momento de discussão, de esclarecimento e mobilização para a luta, de afirmação do ideal comunista.
Um momento simultaneamente de dinamização da luta juvenil e de afirmação junto da juventude do nosso ideal e projecto.
Construir um mundo novo
Muitos dizem que é natural ser-se comunista quando se é jovem, mas que isso passa com a idade, porque quando se cresce se deixa de sonhar e se coloca os pés na terra. Mas esse chavão, essa frase feita, é feita para iludir as pessoas. Quem diz isso, di-lo com dois objectivos: o primeiro é de desvalorizar que haja tantos jovens comunistas, como se vê nesta sala cheia; e o segundo é de esconder que o ideal comunista é, ele próprio, a juventude do mundo, porque consigo carrega a imensa novidade de romper com a exploração e de construir esse mundo novo, que há tantos séculos é sonhado pela humanidade – o mundo socialista, o mundo comunista.
As várias gerações de jovens comunistas portugueses - sempre ao lado do nosso Partido, o Partido da juventude, o Partido do sonho! - mostraram estar sempre na vanguarda da luta pelos direitos, sonhos e aspirações dos jovens portugueses. Também a JCP sabe e saberá estar à altura das exigências, vamos com toda a certeza transformar a vida e construir o futuro!
É, simultaneamente, homenagear os milhares de jovens comunistas que desde 1921 se organizaram na Juventude Comunista (JC), na Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas (FJCP), na União de Estudantes Comunistas (UEC), na União da Juventude Comunista (UJC) e também todos aqueles que se empenharam em várias estruturas unitárias de juventude como o MUD juvenil e o MJT.
Comemorar 30 anos da JCP é homenagear esta luta heróica, que travamos há décadas, por vezes em condições muito difíceis, contra o fascismo, o imperialismo e, mais tarde pela Revolução de Abril. Acima de tudo é afirmar a razão da dedicação e do empenho de milhares de jovens comunistas – o ideal comunista, a luta pelo Socialismo e pelo Comunismo!
Lutar por direitos
Ao longo destes 30 anos foram muitas as lutas travadas pela juventude portuguesa, tendo a JCP e os jovens comunistas um papel insubstituível na sua dinamização e na consciencialização dos jovens para a necessidade da luta.
São exemplos de importantes lutas as desenvolvidas contra a Prova Geral de Acesso (PGA), a revisão curricular, as propinas, os exames nacionais e provas globais, pela implementação da educação sexual, contra o pacote laboral, pelos direitos dos jovens trabalhadores, pela despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), pela independência política e de acção do movimento associativo juvenil, contra as guerras do imperialismo, na Jugoslávia, no Iraque e Afeganistão, pela solidariedade com a luta dos jovens e dos povos como foi em Timor, Saara e Palestina.
Muitas destas lutas permitiram travar a ofensiva e outras permitiram mesmo o avanço nas conquistas e direitos.
São 30 anos de intensa actividade e luta pelos direitos da juventude e da sua organização. É com orgulho que afirmamos que os jovens comunistas ao longo destas três décadas se empenharam no reforço do movimento juvenil e das suas estruturas.
Assinalar 30 anos da JCP é também assinalar a combatividade do movimento associativo estudantil no secundário e superior, a sua força e luta, é assinalar a diversidade do associativismo juvenil, é assinalar a acção organizada da Interjovem/CGTP na luta pelos direitos dos jovens trabalhadores, é assinalar o empenho e a dedicação de milhares de jovens que se organizam em torno dos seus gostos, direitos e anseios.
Educação pública
Hoje, os ataques aos direitos da juventude não diminuíram antes pelo contrário aumentaram. Também a luta juvenil se mantém e reforça. Este ano foram cerca de 70 mil os estudantes do ensino secundário em luta. E já durante o corrente ano lectivo foram muitos os que sairam à rua. Lutaram e continuaram a lutar por uma educação pública, gratuita, de qualidade e democrática para todos, sem exames nacionais, sem o estatuto do aluno, pelo fim progressivo dos «numerus clausus», pela implementação da educação sexual de uma forma interdisciplinar, pela gratuitidade dos manuais escolares e de todos os materiais de apoio, por uma Acção Social Escolar (ASE) que garanta a todos o acesso, frequência e sucesso no ensino. (...)
(...) Também no ensino superior, os estudantes saíram à rua com muita força e lutaram: por um ensino superior público, gratuito, de qualidade e democrático para todos, por uma nova Lei do Financiamento, sem propinas, por mais e melhor ASE, sem empréstimos, que responda às necessidades e permita a todos a frequência em condições de igualdade, pela retirada de Portugal do Processo de Bolonha, pela revogação do RJIES e pela existência de estágios remunerados. (...)
Solidariedade com os trabalhadores
(...) No mundo do trabalho, estamos a viver um tempo de grandes e crescentes lutas com muitos e muitos milhares de trabalhadores em luta, inclusive os jovens. De salientar a manifestação nacional de jovens trabalhadores, dia 28 de Março, Dia Nacional da Juventude, que pelo quarto ano consecutivo trouxe para rua milhares de jovens trabalhadores em defesa dos seus direitos pela alteração dos aspectos mais negativos do Código do Trabalho e da legislação laboral da Administração Pública, pela passagem a efectivos de todos os trabalhadores que desempenham funções permanentes, pelo fim do trabalho precário, pelo aumento real dos salários, contra a desregulamentação dos horários de trabalho, pelo alargamento dos critérios de atribuição do subsídio desemprego, pelo pleno emprego. (...)
Solidariedade internacionalista
(...) Desde a sua fundação que a JCP é membro da Federação Mundial da Juventude Democrática - FMJD, onde sempre assumiu grandes responsabilidades que se reforçaram desde 2003 quando a JCP assumiu a sua presidência.
A FMJD nasceu a 10 de Novembro de 1945, e por isso também comemoramos a sua existência. Organização juvenil, anti-imperialista, que, com mais de 60 anos, é aquela que mais significativamente contribuiu no plano internacional para organizar as lutas e formas de solidariedade juvenis desde a 2.ª Guerra Mundial.
O amor pela paz e a solidariedade internacional são valores que, lado a lado com o nosso patriotismo, fazem parte da nossa identidade como comunistas. Desde sempre as juventudes comunistas foram internacionalistas, e a JCP não é diferente. Estivemos, estamos e estaremos ao lado dos jovens da Palestina, do Saara Ocidental, da Coreia, de Cuba, do Zimbabwe, da Colômbia, da República Checa, do Chipre e de todos que lutam contra o imperialismo.
Preparar o Congresso
A JCP está agora, e mais uma vez, empenhada na construção do seu Congresso – que está marcado para os dias 22 e 23 de Maio, em Lisboa, com o lema: «Com a luta da Juventude: construir o Futuro!».
Este é momento de extrema importância na vida de uma organização com o tipo da nossa – uma organização comunista.
Devido à nossa característica juvenil, uma grande parte dos militantes que participarão no Congresso quer como delegados, quer na sua fase preparatória fazem-no pela primeira vez. Este elemento da realidade da JCP traz responsabilidades acrescidas à preparação do Congresso fazendo dele um grande momento de discussão, de esclarecimento e mobilização para a luta, de afirmação do ideal comunista.
Um momento simultaneamente de dinamização da luta juvenil e de afirmação junto da juventude do nosso ideal e projecto.
Construir um mundo novo
Muitos dizem que é natural ser-se comunista quando se é jovem, mas que isso passa com a idade, porque quando se cresce se deixa de sonhar e se coloca os pés na terra. Mas esse chavão, essa frase feita, é feita para iludir as pessoas. Quem diz isso, di-lo com dois objectivos: o primeiro é de desvalorizar que haja tantos jovens comunistas, como se vê nesta sala cheia; e o segundo é de esconder que o ideal comunista é, ele próprio, a juventude do mundo, porque consigo carrega a imensa novidade de romper com a exploração e de construir esse mundo novo, que há tantos séculos é sonhado pela humanidade – o mundo socialista, o mundo comunista.
As várias gerações de jovens comunistas portugueses - sempre ao lado do nosso Partido, o Partido da juventude, o Partido do sonho! - mostraram estar sempre na vanguarda da luta pelos direitos, sonhos e aspirações dos jovens portugueses. Também a JCP sabe e saberá estar à altura das exigências, vamos com toda a certeza transformar a vida e construir o futuro!