Afirmar o ideal comunista
Centenas de jovens comunistas, vindos de todos os pontos do País, participaram, sábado, na «A Voz do Operário», em Lisboa, nas comemorações do 30.º aniversário da JCP.
Uma iniciativa que ficou marcada, no final da noite, pela intervenção de Andreia Pereira, da Direcção Nacional da JCP, e de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP (Páginas 16 e 17), que valorizaram os 30 anos de solidariedade com todas as lutas dos jovens portugueses, de mobilização da juventude para a defesa dos seus direitos e das conquistas de Abril. A nível internacional, os jovens comunistas sempre lutaram por um mundo de mais justiça, de mais progresso social, com menos guerras e atentados aos direitos da juventude e dos povos. São, como diz o lema da JCP, 30 anos «a transformar a vida e a construir o futuro».
Esta dada ficou marcada, ao final da tarde, pela presença de cerca de 50 antigos dirigentes da JCP, que vieram do Porto para engrossar o desfile que os jovens comunistas realizaram do Largo da Graça até à «A Voz do Operário», que encheu aquele espaço de força, alegria e confiança de que «Sim é possível uma vida e um mundo melhores». «Agora e sempre, a juventude está presente» e «Somos muitos, muitos, mil para continuar Abril», foram algumas das palavras de ordem entoadas, de viva voz, durante o percurso, que fez sair à rua muitos dos moradores daquelas artérias e despertou a curiosidade dos turistas que regressavam da histórica e tão conhecida Feira da Ladra.
Chegados à «A Voz do Operário» - instituição fundada em 13 de Fevereiro de 1883, que ao longo dos anos tem desenvolvido um trabalho intenso nas áreas da educação, da cultura, do associativismo e do apoio social - os jovens comunistas, desta e de outras gerações, subiram até à magnífica sala de espectáculos, espaço que ao longo da sua história acolheu importantes manifestações políticas, culturais e artísticas. Esta foi mais uma!
Lá dentro, com cada vez mais pessoas, sobressaia, no palco, a frase «30 anos a transformar a vida, construir o futuro». As comemorações prosseguiram com a actuação, antes das intervenções políticas, dos «Tocá Rufar» e dos «Mc Lking». «Acreditamos que o Rap é intervenção. Este é um pouco diferente do que vocês estão habituados a ouvir na rádio ou a ver na televisão», disse o vocalista da segunda banda. Depois os «Tsunami» e, para terminar as comemorações, uma «DJ» animou o resto da noite.
Dali, depois do anúncio da realização do 9.º Congresso da JCP, dos dias 22 e 23 de Maio do próximo ano, e das muitas lutas e tarefas que se avizinham, os jovens comunistas partiram para as suas casas com a convicção de que é preciso romper com a exploração e de construir um mundo novo, há tantos séculos sonhado pela humanidade: o mundo Socialista, o mundo Comunista.
Chegados à «A Voz do Operário» - instituição fundada em 13 de Fevereiro de 1883, que ao longo dos anos tem desenvolvido um trabalho intenso nas áreas da educação, da cultura, do associativismo e do apoio social - os jovens comunistas, desta e de outras gerações, subiram até à magnífica sala de espectáculos, espaço que ao longo da sua história acolheu importantes manifestações políticas, culturais e artísticas. Esta foi mais uma!
Lá dentro, com cada vez mais pessoas, sobressaia, no palco, a frase «30 anos a transformar a vida, construir o futuro». As comemorações prosseguiram com a actuação, antes das intervenções políticas, dos «Tocá Rufar» e dos «Mc Lking». «Acreditamos que o Rap é intervenção. Este é um pouco diferente do que vocês estão habituados a ouvir na rádio ou a ver na televisão», disse o vocalista da segunda banda. Depois os «Tsunami» e, para terminar as comemorações, uma «DJ» animou o resto da noite.
Dali, depois do anúncio da realização do 9.º Congresso da JCP, dos dias 22 e 23 de Maio do próximo ano, e das muitas lutas e tarefas que se avizinham, os jovens comunistas partiram para as suas casas com a convicção de que é preciso romper com a exploração e de construir um mundo novo, há tantos séculos sonhado pela humanidade: o mundo Socialista, o mundo Comunista.