XXI Assembleia da Paz do CPPC
A Casa do Alentejo, em Lisboa, acolhe, no sábado, a XXI Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
: Lutar por um mundo livre de armas nucleares
Os trabalhos iniciam-se pelas 14h30, estando o final previsto para as 19h30. Durante a tarde de sábado, os aderentes do CPPC terão a oportunidade de apreciar e votar documentos tão importantes como os relatórios de contas e de actividades, a resolução e o plano de acção para 2010-2011, bem como eleger os novos corpos sociais que terão a responsabilidade de dirigir o CPPC nos próximos anos.
«Realizada num momento crucial da situação internacional, em que se avolumam as tensões, se multiplicam as guerras, agressões e ocupações e se intensifica a corrida aos armamentos, a XXI Assembleia da Paz analisará o contexto mundial e definirá as suas prioridades de intervenção», afirma, em nota de imprensa, o CPPC, que promete, analisar e debater, a «luta contra a NATO, criando condições que permitam, até ao final do próximo ano ou início de 2011, aquando da realização da sua Cimeira - encontrar uma resposta forte do movimento da paz contra as suas pretensões».
A «luta contra o militarismo, com particular relevo para a militarização da União Europeia, e pela defesa do direito internacional, prosseguindo as campanhas por um mundo livre de armas nucleares e de bases militares estrangeiras e contra a participação de tropas ou forças militarizadas portuguesas em agressões a outros povos» e a «solidariedade e cooperação com todos os povos do mundo, em particular com os povos do Médio Oriente, da América Latina, das Caraíbas e de África», estarão, de igual forma, na agenda do CPPC.
Carta aberta
defende libertação
Foi entregue, sexta-feira, na Embaixada de Marrocos, em Lisboa, uma carta aberta pela libertação dos sete activistas saharauis presos pelas autoridades marroquinas, no passado dia 8 de Outubro, sob a acusação de traição à pátria e de atentado contra a soberania e integridade territorial do país.
Na entrega do documento, subscrito por 132 organizações nacionais, fizeram-se representar o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a Amnistia Internacional, a CGTP-IN, o Movimento Democrático de Mulheres, a associação Mulher Migrante e a Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental.
«Continuando o processo de recolha de apoios para a carta aberta, o CPPC vem desta forma reafirmar a sua clara condenação dos graves atentados aos direitos humanos praticados pelo reino de Marrocos contra a população civil saharaui, e manifesta uma vez mais o seu firme compromisso de prosseguir a solidariedade com a luta deste povo pela sua pátria livre, soberana e independente», diz o Conselho da Paz na nota enviada à comunicação social.
«Realizada num momento crucial da situação internacional, em que se avolumam as tensões, se multiplicam as guerras, agressões e ocupações e se intensifica a corrida aos armamentos, a XXI Assembleia da Paz analisará o contexto mundial e definirá as suas prioridades de intervenção», afirma, em nota de imprensa, o CPPC, que promete, analisar e debater, a «luta contra a NATO, criando condições que permitam, até ao final do próximo ano ou início de 2011, aquando da realização da sua Cimeira - encontrar uma resposta forte do movimento da paz contra as suas pretensões».
A «luta contra o militarismo, com particular relevo para a militarização da União Europeia, e pela defesa do direito internacional, prosseguindo as campanhas por um mundo livre de armas nucleares e de bases militares estrangeiras e contra a participação de tropas ou forças militarizadas portuguesas em agressões a outros povos» e a «solidariedade e cooperação com todos os povos do mundo, em particular com os povos do Médio Oriente, da América Latina, das Caraíbas e de África», estarão, de igual forma, na agenda do CPPC.
Carta aberta
defende libertação
Foi entregue, sexta-feira, na Embaixada de Marrocos, em Lisboa, uma carta aberta pela libertação dos sete activistas saharauis presos pelas autoridades marroquinas, no passado dia 8 de Outubro, sob a acusação de traição à pátria e de atentado contra a soberania e integridade territorial do país.
Na entrega do documento, subscrito por 132 organizações nacionais, fizeram-se representar o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a Amnistia Internacional, a CGTP-IN, o Movimento Democrático de Mulheres, a associação Mulher Migrante e a Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental.
«Continuando o processo de recolha de apoios para a carta aberta, o CPPC vem desta forma reafirmar a sua clara condenação dos graves atentados aos direitos humanos praticados pelo reino de Marrocos contra a população civil saharaui, e manifesta uma vez mais o seu firme compromisso de prosseguir a solidariedade com a luta deste povo pela sua pátria livre, soberana e independente», diz o Conselho da Paz na nota enviada à comunicação social.