Governo com os grandes grupos económicos
O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos alertou, em nota de imprensa, para as declarações de José Sócrates durante a tomada de posse do novo Governo. Um «discurso», segundo o MUSP, «deveras preocupante para os trabalhadores e utentes, por revelar um conjunto de intenções e propósitos que a serem aplicados continuariam a agravar e pôr em causa direitos económicos e sociais, com consequências gravíssimas ao nível das famílias de menores recursos económicos, cujos os beneficiários continuariam a ser os mesmos de sempre, os grandes grupos económicos».
«É no mínimo inquietante que após acontecer o acto eleitoral [eleições legislativas], onde a maioria da população portuguesa rejeitou através do voto a política de direita que o governo de maioria absoluta do PS vinha desenvolvendo com os prejuízos que se conhecem para as famílias de menores recursos económicos, ouvir o Primeiro-Ministro afirmar que tais políticas são para continuar», denuncia o MUSP, que está preocupado com o «futuro próximo», «em que vai vai haver a necessidade de cerrarmos fileiras e reunirmos esforços para defendermos a melhoria da qualidade e do funcionamento dos serviços públicos, os direitos dos utentes e a redução dos custos a suportar por estes na prestação dos serviços».
«Tal como o fizemos no passado fá-lo-e-mos no futuro, lutando, opondo-nos e incentivaremos as populações e os utentes a manifestarem-se contra todas as decisões que visem aumentar as suas já muitas dificuldades económicas ou sociais ou para reduzir ou mesmo retirar-lhes direitos», acrescenta o movimento de utentes.
Portugueses mais pobres
Num outro documento, o MUSP alertou para o aumento de 2,9 por cento do preço da electricidade. «A desfaçatez com que a Entidade Reguladora do Sector Energética (ERSE) propõe o aumento referido, a somar aos 5,9 por cento para as empresas e 4,4 por cento para as famílias, valor dos aumentos no ano corrente, aos mais de 4200 milhões de euros de lucro obtidos pela EDP entre os anos de 2004 e 2008 e os cerca de 540 milhões só no primeiro semestre do ano em curso, levam-nos a concluir que a ERSE funciona como entidade defensora dos interesses capitalistas dos grandes accionistas da EDP, em prejuízo claro da maioria das famílias e das micro, pequenas e médias empresas e da própria economia nacional», acusam os utentes, que exigem, antes, «a redução dos custos da energia, ajustando-os à realidade económica dessas empresas e aos rendimentos da maioria das famílias portuguesas».
«É no mínimo inquietante que após acontecer o acto eleitoral [eleições legislativas], onde a maioria da população portuguesa rejeitou através do voto a política de direita que o governo de maioria absoluta do PS vinha desenvolvendo com os prejuízos que se conhecem para as famílias de menores recursos económicos, ouvir o Primeiro-Ministro afirmar que tais políticas são para continuar», denuncia o MUSP, que está preocupado com o «futuro próximo», «em que vai vai haver a necessidade de cerrarmos fileiras e reunirmos esforços para defendermos a melhoria da qualidade e do funcionamento dos serviços públicos, os direitos dos utentes e a redução dos custos a suportar por estes na prestação dos serviços».
«Tal como o fizemos no passado fá-lo-e-mos no futuro, lutando, opondo-nos e incentivaremos as populações e os utentes a manifestarem-se contra todas as decisões que visem aumentar as suas já muitas dificuldades económicas ou sociais ou para reduzir ou mesmo retirar-lhes direitos», acrescenta o movimento de utentes.
Portugueses mais pobres
Num outro documento, o MUSP alertou para o aumento de 2,9 por cento do preço da electricidade. «A desfaçatez com que a Entidade Reguladora do Sector Energética (ERSE) propõe o aumento referido, a somar aos 5,9 por cento para as empresas e 4,4 por cento para as famílias, valor dos aumentos no ano corrente, aos mais de 4200 milhões de euros de lucro obtidos pela EDP entre os anos de 2004 e 2008 e os cerca de 540 milhões só no primeiro semestre do ano em curso, levam-nos a concluir que a ERSE funciona como entidade defensora dos interesses capitalistas dos grandes accionistas da EDP, em prejuízo claro da maioria das famílias e das micro, pequenas e médias empresas e da própria economia nacional», acusam os utentes, que exigem, antes, «a redução dos custos da energia, ajustando-os à realidade económica dessas empresas e aos rendimentos da maioria das famílias portuguesas».