A tarefa primordial
É necessário insistir na valorização dos resultados obtidos pela CDU nos três actos eleitorais realizados este ano: os resultados em si e o contexto em que eles se verificaram.
Como tem sido justamente sublinhado no Avante!, esses resultados, ficando muito aquém daquilo que desejávamos (e merecíamos...), foram muito para além daquilo que os nossos inimigos e adversários pretendiam e não se cansaram de anunciar - de anunciar e não só: de tudo fazer, utilizando todos os muitos e poderosos meios de que dispõem, para que o anúncio se concretizasse, ou seja, para que a CDU, coligação na qual o PCP é força determinante, fosse esmagada eleitoralmente.
Com efeito, os média dominantes – televisões, rádios, jornais, todos ao serviço do grande capital seu patrão – não se pouparam a esforços para cumprir a tarefa de que estavam incumbidos, num vale-tudo bem revelador do seu conceito de liberdade de informação...
Silenciamento, deturpação ou menorização das iniciativas da CDU; sondagens com resultados à medida dos desejos de quem as encomenda e paga; comentários e análises em que os facto são mandados às urtigas e a especulação barata é rainha; mais todo o arsenal da tradicional propaganda anticomunista – a tudo esses média deitaram mão no seu objectivo de ver concretizado o sonho fúnebre da morte do PCP.
E só a notável intervenção do colectivo partidário comunista - e dos muitos milhares de outros activistas da CDU – permitiu fazer frente a essa ofensiva, anulá-la em parte e, no essencial, frustrar-lhe os planos.
Assim, é a esta luz que devem ser vistos os resultados eleitorais obtidos
Assim, a confirmação do PCP como partido necessário, indispensável e insubstituível na sociedade portuguesa, como grande força de esquerda, apresenta-se como o dado mais relevante no balanço deste ciclo eleitoral.
O colectivo partidário tem agora à sua frente a tarefa primordial do reforço do Partido – um reforço que, suportado no reforço da sua ligação às massas trabalhadoras, aos seus problemas, anseios e aspirações, conduzirá a um PCP mais forte nos planos orgânico, interventivo e ideológico.
Com muito trabalho, sem dúvida. Mas disso sabemos nós. E é para isso que cá estamos.
Como tem sido justamente sublinhado no Avante!, esses resultados, ficando muito aquém daquilo que desejávamos (e merecíamos...), foram muito para além daquilo que os nossos inimigos e adversários pretendiam e não se cansaram de anunciar - de anunciar e não só: de tudo fazer, utilizando todos os muitos e poderosos meios de que dispõem, para que o anúncio se concretizasse, ou seja, para que a CDU, coligação na qual o PCP é força determinante, fosse esmagada eleitoralmente.
Com efeito, os média dominantes – televisões, rádios, jornais, todos ao serviço do grande capital seu patrão – não se pouparam a esforços para cumprir a tarefa de que estavam incumbidos, num vale-tudo bem revelador do seu conceito de liberdade de informação...
Silenciamento, deturpação ou menorização das iniciativas da CDU; sondagens com resultados à medida dos desejos de quem as encomenda e paga; comentários e análises em que os facto são mandados às urtigas e a especulação barata é rainha; mais todo o arsenal da tradicional propaganda anticomunista – a tudo esses média deitaram mão no seu objectivo de ver concretizado o sonho fúnebre da morte do PCP.
E só a notável intervenção do colectivo partidário comunista - e dos muitos milhares de outros activistas da CDU – permitiu fazer frente a essa ofensiva, anulá-la em parte e, no essencial, frustrar-lhe os planos.
Assim, é a esta luz que devem ser vistos os resultados eleitorais obtidos
Assim, a confirmação do PCP como partido necessário, indispensável e insubstituível na sociedade portuguesa, como grande força de esquerda, apresenta-se como o dado mais relevante no balanço deste ciclo eleitoral.
O colectivo partidário tem agora à sua frente a tarefa primordial do reforço do Partido – um reforço que, suportado no reforço da sua ligação às massas trabalhadoras, aos seus problemas, anseios e aspirações, conduzirá a um PCP mais forte nos planos orgânico, interventivo e ideológico.
Com muito trabalho, sem dúvida. Mas disso sabemos nós. E é para isso que cá estamos.