PCP quer respostas
A administração da Qimonda está a apostar «no cansaço dos trabalhadores, insistindo no lay-off para forçar as rescisões de mútuo acordo e procurar fugir ao despedimento declarado», acusa a Organização dos Sectores Profissionais e Grandes Empresas da Direcção da Organização Regional do Porto do PCP. Aliás, o recurso ao lay-off antes das eleições não passou de um expediente para manter os trabalhadores calmos até ao fim do processo eleitoral, 24 horas após o qual foi anunciado o despedimento de 590 trabalhadores. Assim se percebe, de resto, que, depois de no dia 7 de Outubro ter declarado que «o Estado em conjunto com os credores travou a liquidação da Qimonda» e que «há esperança que a empresa seja rentável», Basílio Horta tenha vindo dizer no dia 13 de Outubro que «os despedimentos eram inevitáveis».
Indignados com a demagogia e hipocrisia do Governo e da Administração da Qimonda, os comunistas vão intervir na Assembleia da República no sentido de esclarecer questões como: «O que vai o Governo fazer para recuperar os milhões de euros investidos na Qimonda?»; «O que vai acontecer aos restantes trabalhadores?»; «Como vai recuperar os 50 milhões de euros investidos na empresa IRARION Solar Lda (consórcio criado entre EDP/REN e DST – Domingos Silva Teixeira), que entretanto já pediu a insolvência?».
Indignados com a demagogia e hipocrisia do Governo e da Administração da Qimonda, os comunistas vão intervir na Assembleia da República no sentido de esclarecer questões como: «O que vai o Governo fazer para recuperar os milhões de euros investidos na Qimonda?»; «O que vai acontecer aos restantes trabalhadores?»; «Como vai recuperar os 50 milhões de euros investidos na empresa IRARION Solar Lda (consórcio criado entre EDP/REN e DST – Domingos Silva Teixeira), que entretanto já pediu a insolvência?».